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September 27th, 2010Futebol
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. . .Finalmente, os documentários que celebrarão o centenário do “Gre-Nal”, ou o duelo entre os clubes Grêmio e Internacional, ambos do Rio Grande do Sul, dão sinais de que estão na boca do túnel para chegarem às telonas.
Escolhidos pelo público em votação iniciada no final de 2009, início de 2010, os cartazes oficiais a pouco foram apresentados.
Aliás, esta foi a segunda etapa da participação dos internautas na escolha de boa parte do conteúdo dos audiovisuais.
A primeira teve a colheita de depoimentos escritos sobre histórias ligadas ao clássico, e a terceira e última, a recepção de vídeos que contêm comemorações dentro e fora dos estádios.
Tal “democracia” não é inédita, inclusive em relação aos dois times gaudérios, os quais já aplicaram fórmulas semelhantes em outras películas. O curioso desta vez é que engana-se quem acha que a homenagem será contada em um vídeo só. Serão dois, um para cada, e claro, com os dois cartazes.
O projeto “Os 100 Anos de Gre-Nal” é composto por “Grêmio 10 x 0″ e “Supremacia Vermelha”!
Quem quiser saber mais sobre a peleia cinematográfica: http://www.filmegrenal.com.br.
Aliás, a dualidade alcança até o lado ortográfico, haja vista a variação da grafia do embate… (RAG)
Tags: 100 Anos de Gre-Nal, Grêmio 10 x 0, Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, Sport Club Internacional, Supremacia Vermelha -
September 25th, 2010Futebol
Túlio segue a escada: vereador em Goiânia (GO) e almeja a Assembleia Legislativa do Estado. (RAG)
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Tags: Esporte Eleitoral, Túlio Maravilha -
September 24th, 2010Lado D dos Esportes
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Algumas palavras-chave colhidas nas estatísticas do www.dissonancia.com e que remeteram ao Lado D:
Setembro/2010 (dia 24)
1 . la lucha libre cultura popular mexicana
2 . roupa esportiva feminina do esporte clube inter
3 . colgadas en bicicletas
4 . algum esportista da raça negra que tenha destaque no esporte brasileiro
5 . o que é esporte de massa
6 . feyenoord campeon de europa
7 . textos propagandisticos impressos que envolvam atletas,de preferencia,ligados ao futebol
8 . eduardo cecconi por que o fim do blog preleçao?
9 . videos de los mejores nenes jugando al futbol
10 . as torcidas organizadas :paixao e violencia
Tags: Isso é de(z)mais -
September 23rd, 2010Futebol
Assinado pelo Roberto Porto, este é outro texto do sítio “Direto da Redação” repassado aqui no Lado D.
Mesmo que o maior intuito do escrito é publicar alguns causos do João Saldanha na convivência com o autor, a ida ao estádio do Botafogo (RJ), no primeiro parágrafo, de “carona no folclórico lotação alvinegro” e ao lado dos craques do clube, não passa despercebida. Em 1958!
Ou seja, se era julho daquele ano e a Copa da Suécia terminou em junho, a carona teve a presença de alguns alvinegros campeões do mundo pela Seleção Brasileira!
A imagem acima foi encontrada na www, sem “endereço-fantasia” definido. (RAG)
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Johnny without fear
por Roberto Porto
Rio - Meu primeiro contato pessoal com João Jobim Alves Saldanha (1917-1990) ocorreu a 13 de julho de 1958, após um jogo Botafogo x Fluminense na abertura do Campeonato Carioca daquele ano. Através de Sônia, uma de suas filhas, consegui uma carona no folclórico lotação alvinegro do Maracanã a General Severiano, ao lado de meu irmão Carlos Porto (autor do projeto arquitetônico do Engenhão). De General Severiano para Laranjeiras, onde morávamos, era mais fácil pegar uma condução. Para nós dois, foi uma honra seguir ao lado de Nílton Santos, Didi, Paulo Valentim e tantos outros que foram campeões cariocas no ano anterior.
Os anos se passaram - de maneira fulminante - e só fui me encontrar com “Johnny Without Fear” (João Sem Medo) na editoria de esportes do Jornal do Brasil em 1974, na qual ele era colunista e eu, subeditor. Ficamos amigos, a tal ponto que consegui que ele e seu suposto “inimigo” Sandro Luciano Moreyra (1919-1987) fossem à minha nova casa, à Rua Ribeiro de Almeida, em Laranjeiras. Mas João sempre me deu algum trabalho. Chegava cedo à redação, pilotando seu Fusca 1300, e me entregava a coluna sem um único e escasso parágrafo. Eu, pacientemente, reescrevia tudo, sem mudar o sentido do que ele escrevera, só colocando os necessários parágrafos.
O mais difícil era decifrar o espaço um que ele batucava em sua máquina.
Certa vez, em 1976, o editor de esportes João Máximo, me entregou a tarefa de escrever o funéreo da venda de General Severiano à Vale do Rio Doce. Modéstia à parte, a matéria levou um dos melhores títulos que bolei em minha carreira (“Botafogo vende sua história a metro quadrado”) e foi apontada como a melhor da Editoria de Esportes daquele distante ano. Enquanto escrevia a matéria, na redação, João veio por trás de mim e fez a seguinte pergunta:
- Roberto, o que você está escrevendo?
Respondi na lata:
- O fim de General Severiano…
João, então, fez a correção que lhe parecia fundamental:
- Você não pode deixar de contar aí a história de como conseguimos definitivamente o terreno. No meio do matagal, havia um barraco de um português que consertava charretes, carruagens, tílburis e outras coisas mais. Eu chamei uma rapaziada, inclusive o Sandro, e, certa noite, tacamos fogo no barraco…
Sandro Moreyra, que estava perto, veio a mim e perguntou:
- O que o João lhe contou?
Expliquei a história que João havia me passado e Sandro, sério, fez a observação:
- Roberto, o João nasceu em 1917, eu em 1919. Como é que poderíamos estar presentes a esse ato de atear fogo a um barraco, que ocorreu em 1912?
Eu sabia, de antemão, que o terreno de General Severiano (hoje de volta ao Botafogo) fora cedido a título precário ao clube pelo médico e político Miguel Couto (1864-1934) e nem tomei conhecimento da “versão” contada por João Saldanha.
Por fim, entre outras mil e uma histórias vividas por mim e João Saldanha, uma ocorreu em Londres, na porta do hotel onde nos hospedávamos. Quando ele me viu esbaforido atrás de um táxi para passar as matérias pelo telex de Temple Sation, ao lado do Rio Tâmisa, para o Jornal do Brasil, entrou rapidamente em ação:
- Por que essa pressa, Roberto? Tem um telex aqui pertinho, bem junto ao Hyde Park, e vou levá-lo até lá. Aproveito e passo a minha coluna que está pronta…
Eu nunca havia ouvido falar no tal do telex vizinho ao Hyde Park. Mas, por via das dúvidas, topei a parada. E lá fomos os dois, num frio de cinco graus, à procura da estação de telex. Uma hora de caminhada depois, chegamos a um pequeno bairro, sossegado, onde havia uma única casa em demolição. Sem jeito, João arrumou logo uma desculpa - esfarrapadíssima por sinal.
- Poxa, Roberto, o telex era ali naquela casa. Mas durante a II Guerra, foi atingida por uma bomba V2 dos alemães… É melhor você ir a Temple Station e leve minha coluna com as matérias que você vai despachar…
Eu topei a parada mas fiz uma exigência:
- Olha, João, você me fez andar tanto que agora vai pagar meu táxi…
João meteu a mão no bolso e me deu o dinheiro em libras esterlinas.
Ainda hoje, tanto tempos depois (20 anos passados de sua morte) ainda tenho saudades dos “chutes” de João Jobim Alves Saldanha, um grande companheiro. Mas a história da Bomba V2 foi incrível. Foi ou não foi?
{Direto da Redação}
Tags: Botafogo de Futebol e Regatas, João Saldanha -
September 22nd, 2010Ciclismo
É momento de eleições, assunto recorrente em qualquer parte que se vá, opcional ou ostensivamente.
Aqui, para não perder o fio da meada, foram separados alguns candidatos ligados ao Esporte, como é possível visualizar ao baixar a barra de rolagem ali à direita…
Mas o que encaminhou o perfil @euvoudebike, patrocinado pela Houston, marca de magrelas, um texto da EXAME.com sobre o incentivo da prática ciclista em cidades brasileiras, traduz a pura (e triste!) realidade.
O descaso em torno deste veículo é enorme, certamente pela média baixa de lucro$ em territórios comandados por indústrias automobilísticas, petrolíferas, o conhecido lobby dos financiadores dos outros veículos, aqueles a partir de quatro rodas.
Rápido e sem alardes - a não ser o da ignorância empresarial (e das pessoas físicas também) ao preterir direitos alheios -, o texto assinado pela Vanessa Barbosa expõe que nem “os verdes” fazem questão de lembrar dos prós que envolvem as funções ciclísticas. Claro, deve ter uma e outra candidatura que as destaca, uma das mais notórias seria a do Walter Feldman, candidato a deputado federal por São Paulo, mesmo assim é insuficiente. E os que não esquecem desta causa quase sempre são percebidos como exóticos !?!?!?
Lobby por lobby, bicicletas e respectivos condutores continuam, na “melhor” das hipóteses, sendo abalroados pelos possantes de volante e acelerador, e sem o amparo dos famosos poderes públicos. Sair da frente ou ser jogado para o acostamento, quando muito, eis a questão!
Ao final, em outro “Vídeo D Hoje” agregado, videoclipe do Queen, num dos seus grandes êxitos e com a letra a acompanhá-lo. (RAG)
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Políticos não veem graça em bicicleta, diz especialista
Segundo o engenheiro de gerenciamento de mobilidade Ronaldo Balassiano, debate eleitoral ignora o uso de transporte sustentável nas grandes metrópoles
por Vanessa Barbosa, de EXAME.com
São Paulo - Convencer um brasileiro a incorporar a bicicleta como principal meio de transporte para percursos curtos, a exemplo do que acontece em cidades européias como Barcelona, Paris e Amsterdã, não é uma tarefa fácil. “Bicicleta ainda é vista no país como um veículo de 2ª categoria”, afirma Ronaldo Balassiano, especialista em mobilidade urbana.
Esse meio de transporte individual, sustentável e praticamente nulo em emissões de poluentes - a não ser por uma quantidade ínfima de material particulado liberado pelo atrito entre as rodas de borracha e o asfalto - é apontado como uma solução viável, barata e funcional para os problemas de congestionamento e degradação do ar comuns nas grandes metrópoles.
Apesar do crescente número de adeptos e dos benefícios que geram para o meio ambiente e para a saúde da população, as magrelas de duas rodas não parecem tão atrativas aos gestores públicos como outros veículos. “Os investimentos públicos ainda privilegiam o transporte motorizado e a construção de mais estradas e viadutos, quando poderiam investir na criação de ciclovias”, afirmou o engenheiro durante evento sobre mobilidade urbana realizado nesta quinta (16) na FAAP, em SP.
Segundo o especialista, a “bicicleta não tem graça, politicamente”. Prova disso, é que, em ano eleitoral, o debate sobre esse transporte sustentável é uma ausência sentida em todos os discursos partidários. “Ninguém demonstra compromisso ou interesse pela questão, nem mesmo os verdes, mais engajados com a causa ambiental”.
Riscos e soluções
Sem faixas exclusivas, os ciclistas se arriscam em vias abarrotadas de carros, ônibus e motocicletas, que passam fácil dos 70Km/h. Em janeiro de 2009, uma ciclista morreu na Avenida Paulista, em SP, após ser atropelada por um ônibus. O caso que chocou o país revelou uma demanda antiga por aparelhos públicos específicos para esse tipo de veículo, que é o mais frágil entre os meios de transporte.
Balassiano diz que as soluções vão além da criação de faixas exclusivas ou compartilhadas com limite de velocidade determinado. Também são necessários pontos de abrigos para guardar as bikes, estacionamentos especiais - até mesmo no local de trabalho - e principalmente fiscalização e manutenção da rede de ciclovias. “Se até as olimpíadas de 2016, essas medidas forem tomadas, será possível dobrar a participação da bicicleta na divisão modal de transportes, que atualmente representa apenas 3%”, afirma.
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Bicycle Race
(Queen)
Bicycle, bicycle, bicycle
I want to ride my bicycle, bicycle, bicycle
I want to ride my bicycle
I want to ride my bike
I want to ride my bicycle
I want to ride it where I likeYou say black, I say white
You say bark, I say bite
You say shark I say hey man
Jaws was never my scene
And I don’t like star wars
You say rolls, I say royce
You say God give me a choice
You say Lord, I say christ
I don’t believe in peter pan
Frankenstein or superman
All I wanna do isBicycle, bicycle, bicycle
I want to ride my bicycle, bicycle, bicycle
I want to ride my bicycle
I want to ride my bike
I want to ride my bicycle
I want to ride my,
Bicycle races are coming your way
So forget all your duties, oh yeah!
Fat bottomed girls they’ll be riding today
So look out for those beauties, oh yeah!
On your marks get set goBi-cycle race, bi-cycle race, bi-cycle race
Bicycle, bicycle, bicycle,
I want to ride my bicycle
Bicycle, bicycle bicycle (I want a)
Bicycle race.You say coke, I say cain
Tags: @euvoudebike, Bicycle Race (Queen), Política voltada ao uso da bicicleta, Vídeo D Hoje
You say john, I say wayne
Hot dog, I say cool it man! don’t wanna be the President of America
You say smile, I say cheese
Cartier, I say please,
Income tax, I say Jesus.
I don’t wanna be a candidate for Vietnam or Watergate,
Cause all I wanna do is
Bicycle, bicycle, bicycle
I want to ride my
Bicycle, bicycle, bicycle
I want to ride my bicycle
I want to ride my bike,
I want to ride my bicycle
I want to ride it where I like. -
September 22nd, 2010Boxe
O “Mano de Piedra” Popó, em candidatura a deputado federal, também subiu ao ringue para tentar nocautear milhares de votos do eleitorado baiano. (RAG)
Tags: Acelino "Popó" Freitas, Esporte Eleitoral -
September 17th, 2010Automobilismo
Incensos de gasolina
A edição #27 do “Vídeo D Hoje” teve que ser comentada…
O ícone “Vídeos Relacionados” do YouTube, atual “Sugestões”, é um verdadeiro rastro na Ilha do Tesouro.
Quando não se procura nada sobre tags como Automobilismo, George Harrison, Fórmula 1, simplificando, nada de Beatles e Esportes, você olha para o canto direito e uma descrição, com cara de título para vídeo que algum bobalhão utiliza para mostrá-lo na doença da autofilmagem, quase o engana: George Harrison - Faster.
Provável que vá se deparar com o protagonista adoentado do parágrafo anterior, vem a confirmação de que até o beatle oriental cheirava a gasolina!
Um belo vídeo ambientado na Fórmula 1 em que os pilotos faziam valer a fama de loucos por velocidade… e por conseguinte, dinheiro também. Hoje, esta ordem é basicamente invertida, os carros são muito desiguais e tenhamos medo do músico que homenagearia o Circo atual. Shhhhh, as sugestões ficam ao critério do leitor.
Aliás, nos caracteres de “Faster” explica a inspiração em Niki Lauda e Jackie Stewart (chofer de George na historieta do filme), é dedicado ao Circo, agradece a Jody Scheckter e segue em memória de Ronnie Peterson. Todos eles, para os desavisados, pilotos da época.
Este “Vídeo D Hoje” é diferente, tem título, texto (geralmente é texto, mas legenda) e a letra da canção!
Para o visitante ligado em automobilismo, se quiser comentar datando a partir das cenas, os comentários serão bem-vindos.
Enfim, incensos no asfalto! (RAG)
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Faster
(George Harrison)
Chose a life in circuses
Jumped into the deepest end
Pushing himself to all extremes
Made it - people became his friend.Now they stood and noticed him
Wanted to be part of it
Pulled out some poor machinery
So he worked ’til the pieces fit.The people were intrigued
His wife held back her fears
The headlines gave acclaim
He’d realized their dreams.Faster than a bullet from a gun
He is faster than everyone
Quicker than the blinking of an eye
Like a flash you could miss him going by
No one knows quite how he does it but it’s true they say
He’s the master of going faster.Now he moved into the space
That the special people share
Right on the edge of do or die
Where there is nothing left to spare.Still the crowds came pouring in
Some had hoped to see him fail
Filling their hearts with jealousies
Crazy people with love so frail.The people were intrigued
His wife held back her fears
The headlines gave acclaim
He’d realized their dreams.Faster than a bullet from a gun
He is faster than everyone
Quicker than the blinking of an eye
Like a flash you could miss him going by
No one knows quite how he does it but it’s true they say
He’s the master of going faster.No need to wonder why
Tags: Faster (George Harrison), Fórmula 1, Jackie Stewart, Jody Scheckter, Niki Lauda, Ronnie Peterson, Vídeo D Hoje
His wife held back her fears
So few have even tried
To realize their dreams.
Faster than a bullet… -
September 17th, 2010Futebol
Danrlei no Congresso, para gremistas, xavantes e zequinhas?
E colorados? (RAG)
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Tags: Danrlei, Esporte Eleitoral -
September 17th, 2010Jogo de Pelota Maia
Para a seção “Modalidades” (ali no canto direito do blog), dificilmente contaria com a inclusão de “Juego de Pelota Maya”, parecia uma ideia restrita a estudos em textos - impressos e virtuais -, aos episódios do Indiana Jones, do Apocalypto, de documentários estilo “Discovery Channel”, etc. No entanto, estar conectado às agências de notícias alternativas, ou oficiais, como foi o caso da equatoriana Andes, e isso foi dito aqui em outros posts, é uma rara chance de descobrir também boas coisas.
O material andino chegou antes do dia 12, e em meio a notícias de diversas editorias, a newsletter da Agencia Pública de Noticias del Ecuador y Suramérica (Andes) trouxe sobre o “conhecido de longe” esporte do povo maia, cujos descendentes de colonizadores costumam grifar apenas o fato de “o capitão do time perdedor é sacrificado”, para a condolência dos cristianizados ocidentais.
Além de reforçar um dos motivos de criação do Lado D, com o recebimento de textos que discutem fatores sociais pegando carona com os esportes, é uma grande possibilidade de aprender também ao anotar palavras e tentar ilustrar seja com uma imagem, em movimento ou não.
Ou seja, faz-se busca à la Web 1.0 e compartilhamos, quem está do lado de cá e de lá da tela, neste caso, um pedaço da História dos ameríndios, ao tempo em que viabiliza o caminho para respeitá-los e a nós mesmos. Sem apelarmos para a vala comum “culturas exóticas”.
Da peneirada virtual, foi separado um texto publicado no sítio “EF Deportes”, hermano argentino, que recebe estudos de autores de vários cantos do mundo, sempre com o olho no… esporte! Bem mais profundo, academicamente falando, que o nosso blog que engatinha há 1 (um) ano, é fonte para futuras - e presentes, claro - leituras, tanto agradou pela grande qualidade que está na barra de links ao lado (Outros lados, ali no canto direito). Conheçam!
Em ”Una mirada al juego de pelota maya como mito mágico religioso”, Elvis Torrealba e Rosa D’Amico dividem os seus conhecimentos referentes ao Juego de Pelota Maya no ciberespaço, o que para os visitantes mais curiosos já é um prato e tanto, haja vista a inteligência ante o assunto e as referências bibliográficas utilizadas.
Enfim, com os vídeos colhidos no YouTube, uma Torre de Babel do audiovisual, é possível visualizar do que se trata o jogo no qual boleiro bom é aquele que “mata de canela”, propriedade que no futebol é execrada, embora existam batalhões e batalhões destes por aí, inclusive que pagam de herois em comerciais de grandes empresas do ramo esportivo. Nos 5 (cinco) vídeos, celebrações e maneiras particulares de jogar, as quais, segundo os pesquisadores, variam de acordo com a região.
Ao ler que uma das possibilidades do jogo, não só o de pelota maia, mas “o jogo, o ato de jogar”, é visto como parte indissociável da vida desde os documentos destes nossos antepassados, ajuda a compreender a pausa em muitas atividades durante uma partida da Copa do Mundo, independente do nível de influência mercadológica atual.
O evento termina hoje, após uma semana inteira de celebrações, e determina o avanço da aproximação cultural entre Guatemala e Equador, após acordo assinado em 1985 entre os dois países. Centro-americano, norte-americano com o México e sul-americano em pontos como o Equador, tal intercâmbio entre os remanescentes do “Descobrimento” merece crescer.
Como virou categoria/modalidade no Lado D, a qualquer momento mais novidades milenares poderão aparecer. (RAG)
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La Pelota Maya, un juego que se tomará los parques ecuatorianos
por Andes/LG
La Pelota Maya es una práctica mítica y lúdica que data mil años antes de la era cristiana. Para los mayas representaba la dualidad de la cosmovisión de su pueblo, plasmada en una lucha entre el bien y el mal, la luz y la oscuridad. Entre el 12 y el 17 de septiembre Quito, Ambato, Cuenca y Cumandá podrán compartir de dicha ceremonia.
Las reglas del juego determinan una duración de 35 minutos por partido, participan cuatro jugadores y un narrador, cada uno cumple un rol en un espacio abierto o cerrado de 8m x 10m.
La presentación de dicho evento, es parte de un intercambio cultural entre Guatemala y Ecuador que surge de un acuerdo bilateral firmado en 1985 entre los países, del cual nunca se tomó acciones. De ahí, la idea de poner en marcha éste compromiso, a través de la iniciativa del Ministerio de Cultura.
Los partidos se realizarán en Quito, a las 10:00 del 12 de septiembre, en el parque la Carolina tras del Centro de Convenciones Quito; en Ambato, a las 19:00 del 13 de septiembre, en el Coliseo de Deportes y el 14 de septiembre, 11:00 en el Instituto Tecnológico Bolívar; en Cuenca, a las 11:00 del 15 de septiembre, en la escuela Julio Matovelle y a las 19:30 en la Plaza del Otorongo; finalmente en Chimborazo, a las 10:00 del 17 de septiembre, en la cancha del parque central de Cumandá.
Los jugadores de la pelota maya también compartirán con algunos juegos tradicionales del Ecuador, como son: los cabes, la pelota nacional, pukará, el 15, trompos, palo encebado, carrera de zanqueros; además, de muestras de danza y música.
{Agencia Pública de Noticias del Ecuador y Suramérica - Andes}
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Una mirada al juego de pelota maya como mito mágico religioso
por Elvis Ramírez Torrealba
[Universidad Pedagógica Experimental Libertador, Caracas, Venezuela]por Rosa López de D’Amico
[Universidad Pedagógica Experimental Libertador, Maracay, Venezuela](Revista Digital - Buenos Aires - Año 10 - N° 85 - Junio de 2005)
Resumen
El presente trabajo da a conocer una visión del juego de pelota en la cultura de los antiguos mayas. Se realiza una revisión de antecedentes relacionados con el origen de los juegos de los mayas y se destaca el sentido que tenía el juego de pelota para la civilización Maya con su repercusión en la vida cotidiana de su población. El objetivo general es el explorar el juego de pelota Maya como parte del mito religioso que se le atribuye a esta actividad. Se examina el “Libro del Común (Popol Vuh)” de los mayas, partiendo del significado que tenía el juego de pelota para esta civilización, haciendo referencia a la actividad religiosa y su relación con el juego de pelota; se busca definir el sentido dado al juego de pelota y su conocimiento de la corporeidad en esta civilización Maya y se destaca el valor dado al juego de pelota por los mayas y su repercusión en el desarrollo del arte de este pueblo. Para finalizar se señalan las limitaciones para una investigación extensa del tema. Este trabajo tiene como finalidad compartir algunas revisiones relacionadas con el tema del juego en la civilización maya y aspira que sigamos indagando con respecto a esta temática que es parte de nuestra cultura e idiosincrasia.
Introducción
El Popol Vuh, o El Libro del Común, es uno de los manuscritos que apenas interesaron al ser identificados a finales del siglo XVII en un curato perdido en las montañas occidentales de Guatemala por el fraile dominico Francisco Ximénez que, 150 años después de la conquista de estos pueblos, da con el manuscrito que sirvió de base a la restauración del texto original que el mismo fraile realizó en cuidada lectura quiché y en esmerada versión al castellano, incluidas ambas, en primera intención, en lo que llama simbólicamente tesoros de las lenguas. Estas escrituras han despertado gran curiosidad en el último siglo y medio, a partir de que el abate Charles Etienne Brasseur de Bourbourg las diera a conocer en su “Collection de documents dans les langues indigènes pour servir a l’étude de l’histoire et de la philologie de l’Amérique Ancienne”, dándole el nombre que lleva actualmente: “Le livre sacré”. (Sáenz, 2002).
Dentro de las múltiples creencias sobre las actividades religiosas desarrolladas por los mayas se encuentra el juego de pelota. Al parecer del autor, esta actividad sobrepasa lo mitológico para convertirse fundamentalmente en un movimiento sociocultural que implicaba múltiples situaciones y llegó a ser la principal forma de ocupación del tiempo de ocio y recreación (Álvarez, 2000).
El desarrollo de este estudio podría dar respuesta a las interrogantes existentes sobre la importancia del juego de pelota y su influencia en la vida social de los mayas, basándose en las obras escritas, como el Popol Vuh, y las dejadas por los cronistas españoles. La intención es que se pueda abrir una puerta hacia el estudio de las actividades lúdicas desarrolladas por los pueblos mesoamericanos y profundizar sobre las diferentes manifestaciones en que estuviera presente la actividad física y su influencia en el desarrollo de la población maya.
El trabajo se desarrolla en dos partes: en el desarrollo se expone el planteamiento del problema, y se consideran los aspectos referentes a las actividades religiosas, lúdicas, el juego de pelota como deporte, además de una revisión a los antecedentes de la investigación. La última parte presenta consideraciones acerca del estudio y las posibles limitaciones para profundizar en un estudio de investigación más profundo del tema.
Desarrollo
El estudio de los juegos en las culturas mesoamericanas es bastante limitado. Sólo comenzaron a conocerse después de las conquistas europeas a través de relatos de los cronistas y más recientemente por los hallazgos arqueológicos que han permitido realizar ciertas aproximaciones en el conocimiento de las actividades lúdicas de los mayas.
En el libro sagrado de los mayas, Popol Vuh o Libro del Común, podemos indagar y encontrar una serie de situaciones que hacen referencia al juego de pelota, llamado “pok-ta-pok”. La referencia sobre una actividad dentro de un libro considerado sagrado para una civilización, indica la gran importancia que ésta tenía para esa sociedad. Así, para algunos autores el juego de pelota es una actividad religiosa orientada fundamentalmente a la adoración de los dioses mayas; es el caso de Tudela, J. (1966).
El ejemplo más elocuente del carácter religioso del juego de pelota en estos pueblos prehispánicos es el gran juego de pelota de la ciudad maya de Chichén Itzá, al norte de Yucatán. Cuatro templos rodean su estructura arquitectónica: el templo del norte o del hombre barbado, el templo del lado sur, el templo de los tigres y otros templos pequeños al pie y detrás de este último. Todos estos templos tienen relieves o pinturas alusivas al juego (p. 399.).
Lo planteado por este autor está fundamentado sólo en los vestigios rupestres y arquitectónicos, apreciación que se repite en otras investigaciones en las que resalta nuevamente el hecho religioso. Como sugiere García (2002), “la cercanía de los campos de juego a los templos y el lugar central que ocupaban algunos de los primeros en torno a los segundos hace notar su significado ritual y religioso” (p. 27). El hecho religioso no desmerece nuestra atención sino por el contrario es de suma importancia para señalar el hecho social de las actividades lúdicas de los mayas.
En el desarrollo de la obra, el juego se ubica como parte del hombre, por lo que se supone que la actividad se consideraba como parte de su recreación; así se indica en el siguiente fragmento del Popol Vuh: “…y el Hunhunahpu y Ucub Hunahpu se entretenían en jugar a los choreques y a la pelota, y éste era su entretenimiento y, cuando se juntaban todos en la plazuela que tenían, jugaban de dos en dos” (p. 71 ).
El juego es parte de la civilización maya. A través de él surgen como en toda civilización héroes, villanos y hasta explicaciones sobrenaturales del don de un jugador, al igual que en diferentes obras mitológicas como las de Homero y otras. En la actualidad se suscitan acontecimientos con características semejantes, pero la explicación de lo que es capaz de lograr un jugador se le atribuye a su talento y dedicación, todo ello fundamentado en el conocimiento científico del hombre actual, lo que no poseían antiguas civilizaciones.
Como se ve, la actividad del juego era un hecho cotidiano y fundamental como parte de su distracción. El hecho del juego era tan importante que, como leemos en el Popol Vuh, hasta el mensajero y correo del Dios Huracán, el pájaro llamado Voc, se iba a verles jugar, e informaba de lo que acontecía al mismo. En la mitología maya, el origen de su pueblo esta íntimamente ligado al juego de pelota ya que, a través de él, los señores del infierno son molestados y se inicia prácticamente la epopeya quiché.
En la narración de la obra se puede observar la concepción de la actividad lúdica en el pueblo maya. En los pasajes donde se describe la lucha del bien y el mal, se la asemeja a un juego de pelota, pero no porque suponga que esta actividad sea puramente religiosa, de origen celestial, pues de hecho se la reconoce como una actividad anterior al origen del hombre maya, lo que permite especular que la obra se fundamenta en las actividades más importantes desarrolladas por la población. El Popol Vuh nos indica que él mismo es una forma de explicación de los diferentes fenómenos naturales con una actividad ya existente y que además tenía implicaciones de tipo moral como lo indica Hernández (1959): “El sentido moral del juego de pelota queda, a mi ver, perfectamente claro en los relieves que han podido reconstruirse del gran juego de pelota de Chichén-Itzá,” (p. 122). El juego de pelota es una forma sencilla de ver el mundo pero a la vez profunda, donde la vida es un juego (para los dioses) que ponen a prueba de alguna forma la capacidad del hombre maya para superar las adversidades; es decir, los vaivenes de la vida como los del pueblo quiché. Para el mismo autor, el desarrollo del juego de pelota es un reconocimiento y un temor a las fuerzas de la naturaleza y un intento de dominarlas, constituye la base del sistema religioso mesoamericano. La ética y la perfección quedaban bajo el dominio de las costumbres sociales.
En un pasaje donde se pone a prueba a los jóvenes Hunahpu y Xbalanque se muestra que, como en el juego, hay que informarse de lo que persigue, piensa y hará el adversario antes de una contienda. El hecho de preparar estrategias se observa en el siguiente fragmento en el que, habiendo pasado Hunahpu y Xbalanque por todos los castigos que les hicieron, en ninguno de ellos murieron; como tampoco sucumbieron habiendo estado entre tantos animales feroces y bravos, ni pudieron ser vencidos por los señores del infierno. “Y, viendo esto, los señores del infierno enviaron dos adivinos como exploradores para ver y considerar de qué modo lo pudiesen vencer y matar” (Popol Vuh, 2002, p. 94). Es relevante poner en evidencia las habilidades de estos jóvenes y su viveza para superar las diferentes pruebas, lo que hace que estos señores insistan una y otra vez en preguntarles de dónde vienen y quiénes son, y más cuando hay que enfrentarse en el juego de pelota en el que tanto cuenta el conocimiento de las características de los jugadores antes de la contienda.
Para poder medir las habilidades entre un pueblo y otro, siempre está presente el juego de pelota.
Los cronistas describen naturalmente los juegos de los hombres hechos y derechos; naturalmente, también, eran de los niños, que en todas partes imitan lo que ven; y no saldrían diestros pelotaris los mayores si de muchachos no lo ejercitaran. Pónganse pelotas más chicas, y veremos la chiquillada tirarse a ellas, y descalabrarse y deslomarse con los tumbos al suelo, e ir renqueando a sus madres, que de cierto no los mimarían mucho para callarlos, entre otras razones, por que llorar por el dolor lo miran de cobardes (Landa, citado por Bayle, 1966, p. 368).
No era una actividad exclusiva de los adultos, también los niños hacían de la práctica de este juego algo esencial; es decir, el juego es un hecho social y por ende cultural y ello permite sugerir que el mismo surgió desde los mismos inicios de esta civilización como lo sugiere García (2002): “El descubrimiento de figurillas arcaicas en Tlatilco, identificables como jugadores de pelota, demuestra que el juego era conocido en el Valle de la actual Ciudad de México ya en el año 1500 a. de C. (época Olmeca), dándole una antigüedad de algo más de 3000 años” (p. 25).
Por todo lo anterior se puede decir, según los vestigios arqueológicos, que fundamentalmente se buscaba ganar gloria, demostrar la superioridad individual y la de un pueblo sobre otro, lo que nos permite lucubrar que la competencia siempre estuvo ahí, más que el hecho de adorar a un Dios determinado. La misma indumentaria especial no indicaba precisamente que fuera para un acto religioso sino como protección específica para el juego de pelota. Así lo manifiesta Hooker (1999): “El cuerpo de los jugadores está protegido por un cinturón fuerte, ancho, hecho de tela, madera y relleno de algodón” (p. 1). Igual sucede con las grandes construcciones; no sólo obedecían al hecho de ofrendar a unos dioses, sino que, como en la antigua Grecia, el Imperio Romano y como en la actualidad, servirían como recinto para la nobleza maya y su pueblo. Esto denota que el juego era un deporte, ya que para su realización se requería de toda una organización, un espacio exclusivo, vestimenta (protectores de rodillas y otros); era público, según se deduce de los dos núcleos macizos limitadores del espacio de la pista, terminados en una superficie plana desde donde presenciaría el pueblo las incidencias del juego. Incluso se cruzaban apuestas sobre el resultado. El juego de pelota de Chichén Itzá nos proporciona el ejemplo del llamado Templo Sur que quizá cumplía de tribuna cubierta para las personas de la jerarquía; desde allí se podía presenciar el juego perfectamente, pues estaba levantado sobre el nivel del suelo a cubierto de las inclemencias del tiempo (Salvador T. citado por Hernández, 1959). Todo ello nos indica que no era un hecho sólo religioso sino que era parte del modus vivendi de esa sociedad que superaba lo religioso. Era un hecho social, con las mismas características de un deporte en la actualidad. “Los partidos de pelota con toda su incertidumbre eran confrontaciones de carácter lúdico, tremendamente competitivo que servían para celebrar las grandes solemnidades religiosas y políticas en los núcleos poblacionales de la cultura maya” (Oliveros, 1999, p. 13).
El juego está antes que el Sol y la Luna, antes de la creación del hombre según el Popol Vuh, el juego de pelota es tan antiguo que existe antes que estos cuerpos celestes. Es decir, el hombre primigenio jugó antes de que la vida existiera sobre la faz de la tierra, según la mitología maya, cuando los dioses usaban esta actividad como medio de recreación, como actividad liberadora, después de cumplidos sus oficios. “Es indudable que desde tiempos muy remotos el hombre ha manifestado una tendencia instintiva por jugar, se sostiene que después de la alimentación, tal vez ésta sea la forma más antigua de actividad entre los hombres” (Guillet, citado por García, 2002). La actividad lúdica es asumida por esta civilización como un hecho de liberación, de alegría, de encuentro y por supuesto de competencia, siempre después de cubrir sus necesidades básicas.
Antecedentes
En las diferentes revisiones hechas sobre el tema del juego de pelota en la región mesoamericana al igual que los posibles análisis hechos al libro sagrado de los mayas desde el punto de vista de esta actividad, se encontraron los siguientes trabajos:
En primer lugar, los manuscritos traducidos por el fraile Francisco Ximénez en el año 1722 aproximadamente, que luego de siglo y medio después, el abate Charles Etienne Braseur de Bourbourg dio a conocer en su “Collectión de documents dans les langues indigènes, pour servir a l’étude de l’histoire et de la philologie de l’Amérique Ancienne”, dándole el nombre de Popol Vuh, “Le livre sacré”.
El Padre Charles-Étienne Brasseur de Bourbourg (1814-1874), en principio un escritor político de tendencia liberal y novelista, se había hecho cura a los 34 años y enseguida fue enviado a Québec y después a Guatemala, donde llegó a ser administrador religioso de los indios de Rabinal, antes de participar en la expedición francesa a Méjico en los años 1860-1864. En tanto que americanista, Brasseur de Bourbourg había propuesto al concurso de 1862 una colección de documentos en lenguas indígenas como apoyo al estudio de la historia y la filología de la antigua América, a saber: un estudio sobre el Popol Vuh, el Libro Sagrado y los mitos de la antigüedad americana, publicado en París en la editorial Durand, a partir de 1861, y una gramática de la lengua quiché, seguida de un vocabulario y del drama de Babinal - ahi, publicado en la misma editorial el año siguiente. En 1870 vuelve sobre un manuscrito Troano, estudio sobre el sistema gráfico y la lengua de los Mayas, cuyos dos volúmenes se publican en 1869-70 en la Imprenta Nacional.
En 1822 aparece en Londres, en un apéndice del Teatro Crítico Americano, una referencia al manuscrito. Y es en Viena, en 1857, cuando se hace la primera edición del texto bilingüe, preparado para la imprenta por Carl Scherzer. Pero, en definitiva, es el abate Francés Ch. E. Braseur de Bourbourg, quien, además de presentarlas, las bautizó con el nombre actual “Popol Vuh”.
En cuanto al estudio del juego de pelota como manifestación de la cultura maya, se encuentran pocos trabajos relacionados con el hecho lúdico del juego de pelota; por lo general se resalta el aspecto religioso como único fin de esta actividad. Los trabajos más sobresalientes fueron hechos fundamentalmente por los cronistas españoles como Fray Bernardino de Sahagún, a quien se le debe la perpetuación científica de la cultura azteca. Fray Juan de Torquemada (1723) en su obra “Monarchia Indiana” describe la técnica y reglas de juego de pelota, sirviéndose de la comparación del juego castellano de pelota de viento. Fr. Diego Durán (1880) describe la pelota y su conformación de olin o Batel, como lo llamaban los españoles. Eduardo Seler (1904), basado en los cánticos de unos manuscritos, deduce que en el juego de pelota existe un fundamento ritual y, en suma, constituye una ceremonia del conjunto esotérico religioso de las culturas mesoamericanas. Francisco A. De Fuentes Guzmán (1932) hace referencia a los juegos realizados por los indios de la provincia de Chiapas como el del palo. Albert De Luze (1933) define las diferentes jugadas, las faltas y cómo se logran los puntos. Ignacio Marquina realizó un detenido análisis de cada uno de los grandes centros urbanos mesoamericanos, deteniéndose sistemática y admirablemente en cada uno de los edificios integrados en los correspondientes núcleos ciudadanos.
Salvador Toscano (1952) supone que el juego de pelota se debe a la existencia del ulli (caucho), en la zona mesoamericana. Alfonso Caso (1953)hace referencia a la existencia del Dios del juego que era Macuilxochitl que traducido, quiere decir 5 Flor. José Tudela (1957) viene a deducir (por los dibujos, los agujeros de los aros y su semejanza con la pelota de viento) el tamaño de la pelota.
Por lo general los trabajos antes señalados son principalmente recopilaciones de datos o traducciones hechas de los jeroglíficos mayas, por lo que se convierten en los antecedentes y las bases teóricas de cualquier estudio que se quiera emprender sobre este tema.
Consideraciones
El estudio sobre el pueblo maya es muy escaso; las pocas investigaciones existentes están fundamentadas en hallazgos arqueológicos o basadas en narraciones de los cronistas españoles, que en muchos casos eran frailes dominicos que, en su afán de convertir a aquellas poblaciones al credo cristiano, destruyeron todo aquello que consideraban herejía, desde el sometimiento humano hasta la destrucción de ídolos y de las escrituras encontradas. Así lo manifiestan Castro y Rodríguez (1997): “Cuando Fray Bernardino de Sahagún llegó a México, el afán de destruir los lugares idolátricos, o los textos que hacían referencia a los ritos y cultos, era muy grande, ya que pensaba, que si se hacían desaparecer los lugares donde los mexicanos daban culto, probablemente desapareciese el deseo de ritualizar los acontecimientos” (p. 84-85). Esto hace suponer que los pocos hallazgos encontrados no siempre responden a una situación determinada, lo que permite el surgimiento de lucubraciones sobre esa cultura y sus creencias.
Al revisar los diferentes trabajos sobre el pueblo maya quedan muchos cabos sueltos, tantos que sólo podemos sugerir algunas ideas o indagar sobre el significado en particular del juego de pelota en esta civilización.
En cuanto a sus escrituras encontramos el Popol Vuh traducido, como ya señalé, por el fraile dominico Francisco Ximénez en 1722, es decir, más de siglo y medio después de la llegada de los primeros españoles a esas tierras, lo que supone un gran distanciamiento entre la realidad y la fecha de la traducción. En la obra se puede percibir el sentimiento cristiano dado por este fraile a los manuscritos sagrados del pueblo quiché. Záenz (2002) escribe: “Para su descubridor, el Popol era una especie de breviario de la religiosidad quiché, de ahí que sus comentarios busquen trazas de la revelación primitiva en cada una de sus páginas y tras cada uno de sus mitos” (p. 10). Se puede ver con claridad la comparación que trata de hacer con la Biblia cristiana, lo que explica la relevancia del hecho religioso en toda la obra.
Las limitaciones para continuar un trabajo de investigación en el tema son variadas. Los pocos estudios existentes sobre el tema del juego de pelota en los mayas es uno de los mayores obstáculos, ya que la mayoría de los trabajos están orientados hacia la comprensión de esta civilización en su cultura centrada en el arte, lo que trae como consecuencia que pocos autores se hayan dedicado a revisar a profundidad el hecho de la actividad lúdica como manifestación social y por ende cultural.
Los manuscritos del pueblo maya están dispersos en múltiples países, al igual que los vestigios arqueológicos, lo que requiere de grandes recursos materiales, económicos y humanos para reunirlos y estudiarlos en conjunto.
El trabajo realizado por los cronistas españoles se encuentra disperso por toda la geografía española, lo que requiere la colaboración de muchas instituciones relacionadas con el tema.
La existencia de manuscritos mayas que aún no se han traducido precisaría, por otra parte, mucho tiempo para su ejecución.
El juego de pelota se convierte en una actividad necesaria y fundamental ya que de ello en un momento determinado dependía su supervivencia como pueblo. Por lo tanto es importante asumir el juego de pelota maya desde otro punto de vista, partiendo del estudio de los diferentes escritos y vestigios dejados por este pueblo, lo que nos permitiría analizar su cultura desde una perspectiva distinta que resalte la importancia de las actividades lúdicas y su influencia en el desarrollo de esta civilización, como sugiere Hernández (1959). Así se considerarían nuevamente los vestigios arqueológicos al igual que los manuscritos existentes, para dilucidar lo que verdaderamente significaba el juego de pelota para los mayas, facilitando la apertura de nuevos trabajos sobre esta civilización y considerando las actividades lúdicas como parte importante de la misma. Se afianza más la opinión de Huizinga, (citado por García, 1998, p. 12) “La cultura humana brota del juego”. Así se corroboran las bases de las Ciencias de la Actividad Física y el Deporte.
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. Referencias:
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:: Arias, F. (1999). El proyecto de Investigación, Guía para su Elaboración. 3 ed. Caracas. Venezuela. Episteme;
:: Ballestero, M. (1973). Vida y Obra de Fray Bernardino de Sahagún. León, España. Institución “Fray Bernardino de Sahagún”;
:: Bayle, C. (1966). Juegos Antiguos en América Citius, Altius, Fortius. (tomo VIII, 3-4), 349-368;
:: Comisión del deporte del Estado de Sonora. (2003);
:: Hernández, M. (1959). El Juego de Pelota Ritual en las Sociedades Prehispánicas de América. Citius, Altius, Fortius. (tomo I), 98-127;
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:: Castro, V. y Rodríguez, J. (1997). Bernardino De Sahagún, El Primer Antropólogo en Nueva España (Siglo XVI). Salamanca, España. Universidad de Salamanca;
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:: S.A. (1978). Popol Vuh. Las Antiguas Historias del Quiché. Trad. Adrian Recinos. 8va ed. Costa Rica.Centroamericana (EDUCA);
:: S.A. (2002). Popol Vuh. Ed. de Saénz. C. Crónicas de América. España. Dastin;
:: S.A. (2003). Popol Vuh. Las Antiguas Historias del Quiché. Trad. Adrian Recinos. 1era. reimpresión. España. Fondo de cultura económica de España, S.L.
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Tags: El Juego de la Pelota Maya en Ecuador -
September 16th, 2010Automobilismo
Dia 19 de setembro é a data-limite para a turma que quiser participar de mais esta homenagem aos 50 anos de vida do Ayrton Senna!
Divulgada através dos perfis do Bruno Senna (@BSenna) e do instituto que leva o nome do tricampeão (@instayrtonsenna), a campanha “Helmet Challenge” abre votação em torno da escolha do capacete a ser utilizado em um (só?) Grand Prix pelo sobrinho e piloto da Hispania, ainda nesta temporada.
Quem sabe em Interlagos?
Os 5 desenhos que chegaram à final são os da imagem acima, mas na página oficial você aproveita, ver maior, tem os nomes dos criadores e a chance de votar. Sem cadastro, sem nada, só a dois cliques: o da escolha ao lado do capacete e o de “VOTE”, para confirmar.
No site oficial do Bruno está hospedada a urna virtual e é possível conhecer mais sobre a sua trajetória, em textos e muitas imagens, como a que está logo abaixo, com o capacete oficial do piloto, à espera da pintura vencedora. E é este modelo que ele utiliza para competir, ao menos na recente corrida no circuito belga de Spa-Francorchamps. (RAG)
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Tags: Ayrton Senna, Bruno Senna, Fórmula 1, Helmet Challenge
