Lado D dos Esportes no estilo "a vida é um jogo"
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    August 31st, 2011Lado D dos EsportesFutsal

    Série Publi$$idade$
    [ 36 ]

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    August 30th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Tem repercutido bastante o material que a Rede Record vem publicando, basicamente, no Jornal da Record, sobre as peripécias da cartolagem do futebol brasileiro.

    Personificado no presidente da entidade central deste esporte, a Confederação Brasileira de Futebol - CBF, Ricardo Teixeira, e em grande parte dos cartolas que o ladeiam, as críticas têm ganhado força e no último final de semana chegou aos estádios.

    Tinha ido às ruas nas últimas semanas no formato de passeatas, em diversas capitais do país, mas agora parece que as arquibancadas, que historicamente não questionam algo além de cor de pele, opção sexual, e em alguns casos, também ganha um extra para aplaudir determinados figurões, vão entrar no jogo.

    É aí que pode ser um bom sinal: enquanto não chega a Copa de 2014 - mas já com ingressos caríssimos ao longo das praças de futebol - e o limpa $ocial prometido para os torcedores, estes serão um grande reforço para o time dos descontentes.

    No entanto, não esperemos muito. Mas em relação à Copa no Brasil, parece que as turras entre torcida e CBF podem pegar…

    Acima, o vídeo das manifestações na rodada mais recente do Brasileirão 2011, e nos próximos posts recapitularemos, através do canal do jornalista Luiz Azenha, as reportagens que revelam aspectos pouco construtivos do alto comando do ”esporte bretão”. (RAG)

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    August 28th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Un huevo en crecimiento de la serpiente futbolística

    por Salvador López Arnal

    Sin alarmismos. Admitiendo que no es el único; hay otros, muchos otros, y están también es ese mundo. Sus opiniones y ocurrencias no representan, sin más mediaciones, ningún conjunto de aficionados con opiniones parmenídeas. Desde luego. Las gentes pasan y las opiniones cambian. Pero ciertas épocas pueden y suelen dejar huella. Y nada buena en ocasiones.

    El fútbol, por otra parte, no es cultura en la que haya que detenerse. De acuerdo. Aunque Eduardo Galeano, Manuel Sacristán e incluso Valdano, y algunos más, plantearían algún contraargumento de interés. Es cierto, en todo caso, por razones familiares, históricas y sociales de clases poco letradas, que algunos ciudadanos tenemos el gusto estropeado, poco cultivado, a ras de suelo, bajo mínimos si se quiere decir así, y no podemos dejar de sentir emoción y algún placer estético al ver jugar al Barça en los últimos años (a pesar del estupor y rabia que sentimos ante el “Qatar Foundation”), al Madrid en alguna de sus versiones (la última es mejor que buena), al Valencia de algunas épocas, al Chelsea cuando se ponían estupendos, a aquel Milan de Arrigo Sacchi que tan rentable fue, desgraciadamente, a Benito… perdón a Silvio Berlusconi y, desde luego, a aquel Brasil de Sócrates y Falcao que cortaba la respiración y el mundo, detenía el tiempo y nos hacía pensar durante unos 90 minutos que el mundo era sólo eso: ellos y un balón moviéndose euclídeamente arriba y abajo.

    Viene esto al cuento, como era fácilmente de imaginar, del importante sino decisivo papel que José Mourinho está adquiriendo en el fútbol español y europeo, en los medios de generación de opinión y en los temas de conversación de una parte nada desdeñable de la ciudadanía española, especialmente entre sus sectores obreros masculinos, incluso en las bromitas de algunos parlamentarios, catalanes en este caso. Pregúntenselo al conseller de Empresa y Ocupación del gobierno de Mas y Mas-Colell. “Laia Ortiz, qui és?” ¡Qué gracioso, qué ocurrente!

    En el partido del pasado miércoles en el “Santiago Bernabéu” [1] podían observarse pancartas del siguiente tenor: “Mou, tu dedo nos señala el camino”; “Mou, el Bernabéu te quiere”; “El Real Madrid mi religión, Mou mi profeta”; “Mourihista y madridista”; “Mourinho, nuestro apoyo es inquebrantable”. Había otras. Y, además, está su estilo, su tono, sus ocurrencias en las conferencias de prensa, su hablar para “el madridismo”. Etc. Dentro de poco: “Mou, el imprescindible”.

    Nada grave, se dirá; nada grave. Por el momento. Esperemos que el globo se desinfle. Aunque el populismo es de libro y su alcance se verá, … lo veremos y sufriremos. El filón anti-Barça que Mourinho, aconsejado y asesorado por quien fuere, ha descubierto y está explotando y va a explotar, abonado probablemente por quienes quieran sacar interés político de la apuesta o por iniciativa propia, puede hacer surgir serpientes sociales nada bondadosos.

    No sólo entre los seguidores del Madrid desde luego. La reacción barcelonista, que a algunos les gustaría ampliar fuera de límite y norma, puede ser también de libro. El independentismo se frota las manos. Como solía decir Vázquez Montalbán: no se trata sólo de que el Barça sea más que un club (que lo es, como el Madrid o el Manchester United desde luego) sino que Catalunya desde hace algunos años es el Barça y algunas cosa, poca cosa más.

    Recuérdese el aforismo de Heráclito tan estimado por los fundadores de Laye, la inolvidable: ¡Hasta en el sueño son los hombres obreros de lo que ocurre en el mundo!

    . . .

    . Notas:

    [1] ¿Cómo es posible que un estadio de fútbol en un país democrático, aunque sea una democracia muy demediada, lleve el nombre y primer apellido de un ex simpatizante de la CEDA que con el estallido de la Guerra Civil española se refugió en la embajada de Francia durante dos años, que más tarde se exilió al país vecino, y en los últimos meses de la guerra civil formó parte de las filas del bando fascista, figurando como cabo observador bajo el mando de, nada más y nada menos, Agustín Muñoz Grandes? La Medalla de Oro y Brillantes de la Real Federación Española de Fútbol la obtuvo de manos de su presidente, el fascista Pablo Porta.

    {Rebelión}

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    August 19th, 2011Lado D dos EsportesEsportes, Futebol

    O canal do blog “Palavras Insurgentes”, da jornalista Elaine Tavares, divulgou um vídeo/entrevista com o professor Lino Castellani Filho, cujo tema são os grandes eventos, leia-se Copa do Mundo 2014 e Rio 2016, no Brasil.

    Nada discrepante do que tem-se publicado aqui no blog e em tantos outros lugares sem rabo preso para, sequer, comentar as dúvidas acerca da idoneidade do processo de construção destes mega-eventos que rolarão em nosso território.

    Enquanto isso, não muda praticamente nada também em torno da fiscalização, lisura e publicação do passo a passo que envolve tais gastos, esmagadoramente supridos com dinheiro público e cara de pau.

    Haverá tempo para essa água mole furar a pedra antes de 2014, ou tantas falas tão bem ligadas não farão nem cócegas nas otoridade? As eleições serão logo depois… e vai que a Canarinho não ganha… e a ladroeira se confirma… (RAG)

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    August 19th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Saiu na “Prensa Latina (Agencia Informativa Latinoamericana)” que a Síria está fora das eliminatórias para a próxima Copa, portanto, cidades-sede brasileiras, outro país a menos.

    Não estarão entre nós!

    E como sempre comparam com a ONU, Dona FIFA é tão “coerente” quanto o Conselho de Segurança das Nações Unidas, com a diferença de que um míssil pode ser um jogador irregular…

    No caso da Síria, uma das novas vilãs da emboscada dos países belicamente dominantes, romanticamente chamada de “Revolução Árabe”, é possível que retirassem a seleção por cadarço desamarrado, cor do uniforme, chuteira mal engraxada etc.

    Uma a menos para o Cristo Redentor abraçar ou para deixar de comprovar “o legado social da Copa, que vai da infra-estrutura de estradas, passando por saúde e recuperação dos nossos aeroportos”. Esse é o mantra. E mantra não é de muçulmano, segundo a turma da ponte aérea Nova Yorque/Zurique.

    O pão sírio, quer dizer, a batata de Egito, Líbia, Irã, Cuba, Somália, Sudão, Coréia do Norte, Afeganistão e próximos neoterroristas está assando. (RAG)

    . . . 

    FIFA suspende a Síria de eliminatórias mundialistas

    A Federação Internacional de Futebol (FIFA) anunciou hoje a desqualificação da seleção da Síria da fase de classificação do Mundial do Brasil-2014.

    A equipe síria está suspensa da segunda fase eliminatória por desqualificação, disse a máxima autoridade do futebol no mundo em um comunicado feito público nesta sexta-feira.

    A decisão respondeu à escalação do atacante George Mourad, que jogou previamente com Suécia.

    Mourad, de 28 anos, que já tinha debutado com a seleção escandinava, jogou seu primeiro partido com a seleção síria em uma vitória por 2-1 frente a Tajiquistão, seleção que substituirá à da Síria no grupo C da fase eliminatória asiática ao Campeonato Mundial do Brasil-2014.

    Nesse grupo militam ademais Japão, Uzbequistão e a República Popular e Democrática da Coreia do Norte.

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    August 17th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Muita gente no meio do futebol, inclusive companheiros de clube, mira aqueles atletas mais calados, discretos.

    A mídia, então, alardeia quase sempre que “isso não é bom para a imagem”, como se destaque seja movido por desinibição, que no caso de alguns brasucas, é subir e descer com cavaquinho, pandeiro e outros adereços “exóticos” para turistas verem.

    Com o camisa 6 do Santos é assim.

    Multicampeão, o cába réi Durval “peca” - segundo os entendidos - por ser uma espécie de Rivaldo, reservado, porém destacado na posição, daí que estes argumentos não cessam ainda que não tenham cento e tantos quilos de massa. E massa midiática também!

    De tanto pegarem no pé, não é que o paraibano que não se machuca nem é expulso colocou a peixeira pra fora e falou? (RAG)

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    August 15th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Mais sobre Brasil 2014. (RAG)

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    Panem et Itaquerão

    “A Copa de 2014 divertirá muita gente durante um mês e alguns poucos durante muitos anos”, escreve Hilário Franco Júnior, professor do Depto. de História da USP, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 14-08-2011.

    Eis o artigo.

    A conhecida fórmula pela qual o poeta satírico Juvenal definiu a política populista romana no começo do século 2º, panem et circenses, pode ser aplicada ao Brasil deste princípio de século XXI. Não parece casual que a criação do Bolsa Família e a candidatura do País à Copa de 2014 e à Olimpíada de 2016 tenham sido processos paralelos. Não por coincidência, foi em setembro de 2006, dois meses depois de vir a público o mensalão, que o então presidente, Lula, prometia à Fifa construir 12 novos estádios para o país sediar a Copa. A complacência nacional diante de desmandos e corrupção não é nova, porém a política do “pão e circo” anestesia ainda mais a sociedade brasileira diante de tudo - inclusive da ética - que possa comprometer o progresso material presente e o divertimento futuro.

    Em vez da retórica presunçosa e fantasiosa - para a presidente, vamos realizar “a melhor Copa de todos os tempos”; para o ministro dos Esportes, “temos muita coisa para ensinar ao mundo” -, o governo deveria se preocupar em não gastar onde não lhe cabe e gastar onde é sua obrigação. Questionado sobre o alto custo da Copa para o País (mais de R$ 33 bilhões), o secretário-geral da Fifa argumentou que no Brasil futebol é religião e o evento deixará um legado de investimentos. Se há dinheiro público para aeroportos, rodovias, ferrovias, metrô e segurança, por que ele não foi aplicado antes? Se não existe, como aparecerá na atual crise mundial? O único legado garantido é o maior endividamento público. Que pode se justificar no caso de investimentos em infraestrutura que beneficie todo o povo de forma permanente.

    Contudo, muito dinheiro público está sendo colocado em obras que servem apenas a algumas dezenas de milhares de pessoas poucas horas por semana. Estima-se que cerca de R$ 6 bilhões serão investidos em nove estádios, quatro dos quais (Brasília, Cuiabá, Manaus, Natal), a um custo de quase R$ 2 bilhões, não serão autossustentáveis após a Copa. Enquanto, em valores convertidos e atualizados, a construção do Allianz Arena de Munique custou em 2006 cerca de R$ 630 milhões, a reforma do Maracanã já consumiu cerca de R$ 1 bilhão. Diferença que fica maior se levarmos em conta que os estádios têm capacidade assemelhada e a mão de obra alemã é mais cara que a brasileira. A desproporção cresce quando lembramos que o PIB per capita alemão era de R$ 65 mil em 2006, e o brasileiro de R$ 19 mil hoje. A explicação para tal descompasso está na origem do investimento, totalmente privado num caso, totalmente público no outro.

    Sendo estadual, o Maracanã, após a Copa, servirá a todos os clubes cariocas. Bem mais comprometedora é a arena paulista. Em nome da “exposição” internacional da cidade durante o evento, centenas de milhões de dinheiro público serão investidos no Itaquerão, dinheiro que deveria ser direcionado para o equipamento urbano. Senão, o que vai se expor ao mundo? Ruas esburacadas? Transporte coletivo deficiente? Trânsito caótico que os visitantes conhecerão ao desembarcar? Insegurança mesmo em áreas nobres?

    Dizem as notícias que a Prefeitura paulistana concederá R$ 420 milhões de isenção fiscal à obra. A quantas salas de aula ou leitos hospitalares isso corresponde? O governo do Estado entrará com R$ 70 milhões para ampliar o projeto inicial e permitir que a abertura da Copa ocorra naquele estádio. Por esse valor, cerca de 1.500 casas populares seriam construídas. O governo federal participará com R$ 65 milhões de isenção de taxas e impostos. Eles não ajudariam a modernizar o superado aeroporto paulista, ou a antiquada rodovia que liga São Paulo ao Rio? Mas a perspectiva da Copa leva todas as instâncias governamentais a privilegiar duas horas no interior de um estádio de futebol ao custo de R$ 555 milhões de dinheiro público, num total de R$ 820 milhões orçados para a construção. Quase 70% serão bancados pela sociedade, presente suficiente para que Andrés Sanchez afirme que em três anos seu clube será o mais rico do mundo. Graças ao dinheiro do contribuinte.

    O mais espantoso é que aparentemente ninguém se espanta com essa situação. Essa quantia teria permitido ao Morumbi ou ao Parque Antártica, ambos com situação geográfica melhor, ser transformado no estádio da cidade para a Copa. O que, bem entendido, também não deveria acontecer por serem propriedades privadas. Mas o Corinthians, com seus 25 milhões de torcedores, representa uma massa eleitoral atraente. Não por acaso o lançamento oficial das obras do Itaquerão foi um comício.

    Se a Copa no Brasil for um sucesso, Ricardo Teixeira pode pretender a presidência da Fifa, e Andrés Sanchez, a presidência da CBF. Os atuais dirigentes da Fifa, por sua vez, sentem-se mais à vontade com o financiamento público dos estádios, muito elástico e pouco transparente em países como o nosso. Grandes empreiteiros, acostumados aos gabinetes governamentais, também preferem essa modalidade de financiamento.

    A Copa brasileira divertirá muita gente durante um mês, e alguns poucos durante muitos anos. Os vencedores da disputa de 2014 já são conhecidos, embora não calcem chuteiras nem joguem à vista de todos.

    {Instituto Humanitas Unisinos - IHU}

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    August 15th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Que “o jornalismo online” é dinâmico, tá…

    E por ser dinâmico torna possível alterar o conteúdo, ou atualizá-lo, para usar o termo de praxe, também…

    Mas uma rápida passada pela página inicial do G1 na última sexta-feira foi providencial!

    Mesmo que o jornalismo online seja, novamente, dinâmico, a leitura que fiz ao acessá-la não foi a dinâmica, a que não percebe muita coisa além de signos previsíveis como celebridades e seus dotes e outros aspectos “extra-ordinários”. Com hífen e aspas!

    Lá no finalzinho, uma dessas fofocagens, a qual por não ser um bumbum avantajado não ganhou destaque em retângulos maiores, me fez ver um certo camisa 7 como fã anônimo, um caça-autógrafos contumaz dos tapetes vermelhos.

    Para gremista, palmeirense ou alguém que curte futebol e tem uma memória recente não comprometida, reconheceria a latinha do diabo loiro Paulo Nunes. Realmente, os penteados de ontem não tem a eficácia midiática de moicanos contemporâneos, de trancinhas afro “da hora”, entre outras pérolas dos hair stylists do mundo da bola. Paulo, nem com toda água oxigenada do mundo será ultrapassada a moda atual!   ;)

    Um vingativo jornalista colorado ou corintiano?

    A “informação” de celebridades, muito bem sintetizada em não mais que um parágrafo, daí a relevância da mesma, cumpriu à risca em tamanho de texto e imagens, só que me trouxe à mente aquela dupla… não, não é o Paulo Nunes e o Jardel, ou o galego e o Oséas, mas “morte morrida” e “morte matada”.

    O termo é mórbido, só que modifico para “esquecimento esquecido” e “esquecimento calculado”. É evidente que é o primeiro, o segundo é só para compor a dúvida do trocadilho…

    Não, não vou falar de redações com pessoas de conhecimento, inclusive pop, limitado, se precisa de diplomas ou não, mas do quanto o tempo cada dia tem memória mais curta. “O pop não poupa ninguém”!

    Está na cara que não era um fã animadinho - internamente, pode até ser, depende da mistura na bebida amarela do camisa 7 -, mas nem fã animadinho é tão sóbrio no cumprimento nem o idolatrado receberia com tanta familiaridade o seu público efusivo.

    Mesmo com todos bem, fez lembrar também de uma matéria do Esporte Espetacular com o Juvenal, zagueiro brasileiro na Copa de 1950…

    Talvez por isso que cada vez menos, apesar de grifarmos que a vida é um jogo, entenda que a boleirada, exceção para os São Marcos, Rogério Ceni e mais uns dois ou três que estão jogando, não pensem duas vezes quando as verdinhas balançam em seus olhos. “É culpa do sistema”, diria o mantra punk (o punk punk, não o dos… famosos!).

    A necessidade por “celebrities” é uma avalanche, um abaporu com fome canina. Horas depois, o jornalismo online ouve a voz divina e retifica a sabedoria do inútil.

    Passemos para a próxima fofoca. (RAG)

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    August 12th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Série Publi$$idade$
    [ 35 ]

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    August 12th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Esta semana rolou amistoso da Seleção Brasileira com a Alemanha, em Stuttgart, e os anfitriões reforçaram a maré apática que assola os canarinhos… 3 a 2!

    Sem o famoso “tempero brasileiro” desde o início da tal “renovação para 2014″, é visível que está mais para Galinha Morta que Canarinho. Longe de ser um comentário pessimista ou mirando a posições políticas de CBF ou seja lá o que for, a questão é sal! Nada a ver com pré-sal.

    Bola quadrada e insossa.

    Mas em vídeo divulgado às vésperas do jogo, o ótimo “Baú do Esporte”, da Rede Globo, sacudiu as naftalinas e trouxe um mesmo amistoso, na mesma Stuttgart - só que em 1981 -, que responde qualquer dúvida levantada no segundo parágrafo. É ver as expressões dos atletas e os de agora, e pronto, não precisa de pendenga mirabolante para explicar a diferença para os Pato de agora… Todo mundo parece acordado, sem a sonolência da turminha que pensa estar assegurada na revanche, daqui a 3 anos, da Copa de 1950.

    As coberturas jornalísticas também eram bem mais interessantes, menos Seleção atual, quando dá direito de entrevistar jogadores em meio a uma “bandinha alemã” trincando os metais ao recepcionar os brasucas.

    E não poderia faltar, numa das entrevistas, algum alemão - ou estrangeiro que for - citando alguns dos nossos espécimes ultrarreceptivos do sexo feminino… ¡Vergüenza!

    O vídeo foi divulgado pelo canal jogosdobrasil, no YouTube. (RAG)

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