Lado D dos Esportes no estilo "a vida é um jogo"
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    October 31st, 2011Lado D dos EsportesFutebol, Voleibol

    Alguns clubes de futebol desenvolvem páginas, no caso, canais bem feitos quase sempre no YouTube, transformando-as em verdadeiras televisões virtuais.

    Por aqui, a do Santos Futebol Clube aparece de vez em quando com trabalhos interessantes, desde as edições aos contextos que levam para os espectadores espalhados pela famosa rede mundial.

    Chegou hoje um material do canal do Palmeiras, a reportagem agradabilíssima com a visita da Jaqueline Carvalho, da Seleção Brasileira de Voleibol, ao CT do time paulistano. Sem dúvidas, apesar da nova porrada que tomou na mais recente rodada do Brasileirão 2011 - para o Galo Mineiro -, a jogadora levou o seu astral para o ambiente conturbado do Alviverde, que vive uma guerra de egos sem fim.

    Tão bom o conteúdo que repassamos aqui para o leitor do blog, mas ao visitar a página inicial do canal palmeirense, incrível como não mudou o desleixo de mídias do Verdão, exceto o site oficial. Os vídeos têm títulos nada trabalhados, inclusive com a extensão do arquivo ainda; sem layout que “cante e vibre”; alguns comentários nada a ver, sem moderação; e no caso do mesmo vídeo com a ponteira da seleção de vôlei, poderia ser uma versão com imagem em alta definição, à altura da história do clube e da atleta.

    Depois os times do Brasil falam de dívidas, jejum de títulos, isso e aquilo outro, mas para uma área que também é negócio, tratar com desleixo espaços na internet que contam a história ou o dia-a-dia da instituição é vacilo.

    Para o comando verde e branco, deve deslocar umas bulldozers da Turiassu para o campo virtual! (RAG)

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    October 29th, 2011Lado D dos EsportesEsportes

    Não sei se o Lado D existia à época, ou foi publicado ainda quando o blog dissonante publicava os temas sobre esportes, mas o embargo econômico sofrido por Cuba nesta área é conhecido de quem acompanha o Dissonância. Até o exemplo das bolinhas de Beisebol, importadas do Japão, consta no vídeo acima, veiculado pela emissora latino-americana, teleSUR TV, somado, entre outros, da dificuldade da turma do Salto com Vara.

    Na semana em que foram divulgados vários vídeos sobre os sintomas do bloqueio econômico, os Jogos Pan-americanos de Guadalajara comprovam que a Ilha mantém a garra e os resultados que a caracterizam também como potência esportiva.

    Por isso que o papo de ditadores e regimes democráticos é zona cinzenta… Principalmente depois da Guerra Fria, o “decreto” do que vem a ser ditadura ou não, assim como em relação à democracia, está impregnado de interesses econômicos, principalmente de riquezas energéticas.

    Já diz o popular: “Santo tá no céu!”, portanto, o bloqueio econômico segue por aí, tão simples de colocar numa frase jornalística ou mesa de bar, mas é bom ver que até bolinhas para os futuros “insurgentes” são negadas… A Líbia, do “maior ditador da última semana”, Muammar Kadhafi, cujo álbum de fotografias recente atesta a cordialidade política com os “líderes mundiais”, os mesmos que deram o suporte para a horda “derrubar o regime”, também passou por isso há muitas décadas. E continuará. E aumentará.

    Os ângulos para a demonização dos governantes que não lêem na cartilha da Lei do Concreto - essa de Lei da Selva é distorcida, vem do preconceito com os indígenas - são vários, a começar da própria face, ridicularizada aqui e ali, enquanto as antenas propagam “notícias”. Depois bombas. E agora, os enforcamentos e linchamentos, a caça sádica ao virtual inimigo que remete à contemporânea antiguidade.

    Não adianta o discurso pseudo-antropocêntrico, o da conveniência, o do menos pior. Se de um lado ao ditador da vez é atribuído um leque de atrocidades, o bloqueio econômico faz o mesmo, nega até equipamento esportivo, daí imagine o que acontece com a alimentação. Asfixia moral, panela de pressão que vem de fora e paga de caridosa, como se ter uma bomba atômica não detonada - e quase sempre hipotética - justifica a fome e a ingerência.

    Curioso é que nas disputas de Guadalajara/2011 a máxima de “rivalidade com Cuba”, no caso do Brasil, dá mil matérias, mas assumir na mídia que artigos esportivos básicos por lá são conquistados como cada medalha é proibido. Enquanto isso, aqui a semana era de Lei Geral da Copa e troca de ministro dos Esportes, temas que 0,5% de cada negociata com o dinheiro público equivaleria bem mais que o equipamento vetado à terra de José Martí.

    Por aí é que soa tão ridícula a “luta do Brasil para alcançar o segundo lugar de Cuba”, como a cada Pan a mídia ressona, numa espécie de prêmio de consolação ideológico. (RAG)

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    October 25th, 2011Lado D dos EsportesEsportes, Futebol

    É tudo mega quando os… megaeventos são o tema.

    Valores astronômicos; mania de destruir o que uma boa reforma resolveria; construir novas obras, quase sempre de caráter passageiro ou com destino atado a políticas de confederações, dificilmente pelo bom senso…

    Até Londres, que acabou de readquirir o seu quinhão de Líbia, chia ante as imposições abusivas por obras esportivas faraônicas. Parece que lá as tais “Lei Geral” da Copa, Olimpíada etc., não vencem todas as batalhas, deixam alguns tijolos para o país-sede… Mas as arbitrariedades chamadas de lei  tiram onda na terra dos hooligans, sim senhor!

    E aqui no Brasil? Cartolagem x Presidenta: haverá disputa? (RAG)

    . Imagem: Reprodução/www

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    A dor olímpica dos megaeventos

    “Neste momento, a cidade de Londres - que no próximo ano sediará as últimas Olimpíadas antes do Rio - está experimentando sua própria dor olímpica, porque ainda não consegue definir qual será o futuro do principal estádio dos jogos, no East Side, após o evento. Há apenas duas semanas, o acordo para a concessão do estádio a um clube de futebol local fracassou. Consequentemente, as autoridades enfrentam a perspectiva de entregá-lo ao Estado”, escreve David Owen, ex-editor de esportes do Financial Times e colunista dos sites Insidethegames.biz e insideworldfootball.biz, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 23-10-2011.

    Segundo ele, “o desejo do mundo olímpico de usar ambientes espetaculares para a realização das competições nas proximidades da Vila Olímpica não coincide com o de habitantes que não entendem por que seu parque deve ser utilizado assim, uma vez que a Inglaterra é rica em locais mundialmente famosos para o hipismo”.

    Eis o artigo.

    A imagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agitando orgulhosamente a bandeira do Brasil em Copenhague, ao lado de Pelé e Carlos Nuzman, é famosa. O Rio de Janeiro acabava de conseguir o direito de sediar os Jogos Olímpicos, o maior e mais espetacular evento esportivo do mundo. Era o ano de 2009; os Estados Unidos, do presidente Barack Obama, foram um dos países derrotados e, para o Brasil, tudo parecia possível.

    Os tempos mudaram muito. Dois anos mais tarde, tudo que se ouve falar na Europa sobre os preparativos do Brasil para sediar, primeiramente, a Copa do Mundo de 2014 da Fifa, e depois os Jogos Olímpicos de 2016, divide-se em duas principais categorias: 1) talvez o País não consiga se preparar a tempo; e 2) acusações de corrupção.

    Parte disso deve ser atribuída ao sensacionalismo. Mas mesmo uma publicação séria como o Brazil Confidential, serviço online de pesquisa e análise do jornal inglês Financial Times, considerou oportuno divulgar, no início deste ano, um artigo detalhado sobre 2014, intitulado “Cartão Amarelo para a Copa do Mundo do Brasil”. “Os preparativos para o campeonato estão atrasados”, dizia o artigo. “Os gastos são excessivos para poucas realizações.”

    Já é o bastante para as pessoas se perguntarem se tudo isso vale a pena. Será que a pressão para sediar megaeventos dos esportes globais produz mais sofrimento que benefícios?

    Por outro lado, neste momento, a cidade de Londres - que no próximo ano sediará as últimas Olimpíadas antes do Rio - está experimentando sua própria dor olímpica, porque ainda não consegue definir qual será o futuro do principal estádio dos jogos, no East Side, após o evento. Há apenas duas semanas, o acordo para a concessão do estádio a um clube de futebol local fracassou. Consequentemente, as autoridades enfrentam a perspectiva de entregá-lo ao Estado.

    Em geral, a campanha da capital britânica para os Jogos Olímpicos transcorreu sem muitos problemas desde que, em 2005, Londres obteve do Comitê Olímpico Internacional (COI) o direito de sediar os Jogos de 2012.

    Isso porque os organizadores trataram imediatamente de levantar as verbas necessárias - com a identificação e assinatura dos contratos com as empresas patrocinadoras -, antecipando-se à crise financeira e econômica que ainda compromete o sucesso da Europa. Na realidade, a recessão contribuiu para manter baixos os custos da construção do Parque Olímpico. Aparentemente, um dos principais efeitos positivos secundários do fato de sediar os Jogos é a melhoria da reputação das construtoras britânicas.

    Os organizadores de Londres também conseguiram se desincumbir razoavelmente bem de algumas operações possivelmente complexas, como a venda de ingressos. Indubitavelmente, alguns se irritaram com o custo e a escassez de ingressos. Mas esse foi um reflexo da enorme demanda, que deve ter agradado imensamente ao COI, considerando a publicidade negativa dos lugares vazios nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, e de Pequim, em 2008.

    Também parece razoável atribuir em parte a façanha inesperada dos atletas britânicos que conseguiram 47 medalhas nos Jogos de Pequim à perspectiva da futura realização em casa dos Jogos Olímpicos. Será interessante ver se, na Olimpíada de Londres, em 2012, os atletas do Brasil também se sentirão motivados e melhorarão seu desempenho.

    A situação econômica é tão diferente na Grã-Bretanha e no Brasil que a experiência de um dos países nem sempre será relevante para o outro. Entretanto, na minha opinião, os megaeventos funcionam melhor quando os países que os sediam conseguem estabelecer um equilíbrio entre as exigências dos organismos desportivos internacionais, a curto prazo, e as necessidades da cidade ou do país sede a longo prazo.

    Londres precisava desesperadamente de um novo complexo para esportes aquáticos de dimensões olímpicas. Graças a Londres 2012, terá o tal, ainda que a um custo consideravelmente elevado. O East Side também está recebendo substanciais melhorias em matéria de transportes, o que, ainda que teoricamente, poderia acontecer mesmo sem a Olimpíada, embora talvez não em sua totalidade.

    Por outro lado, a escolha do histórico Greenwich Park como local para as competições equestres trouxe problemas para os organizadores. O desejo do mundo olímpico de usar ambientes espetaculares para a realização das competições nas proximidades da Vila Olímpica não coincide com o de habitantes que não entendem por que seu parque deve ser utilizado assim, uma vez que a Inglaterra é rica em locais mundialmente famosos para o hipismo.

    E, evidentemente, se a Olimpíada exige um estádio para 80 mil espectadores, Londres - assim como quase todas as outras cidades do mundo - não tem absolutamente esse tipo de exigência.

    Portanto, o quadro não é perfeito e muitas coisas podem dar errado, mas o que Londres 2012 pretende mostrar é que, com disciplina e um planejamento meticuloso, os benefícios da realização de megaeventos ainda poderão superar o sofrimento. Entretanto, nada disso é inevitável, e os cidadãos que se queixarão do tumulto e de outros inconvenientes, como o aumento dos impostos, se irritarão se o evento que o país sedia degenerar numa autopromoção para os políticos com pouco ou nenhum benefício permanente para as pessoas comuns.

    Mas é preciso levar em conta algo fundamental: sediar uma Copa ou os Jogos Olímpicos - ou, no caso do Brasil, ambos - garante que as atenções se voltem totalmente para o anfitrião durante algumas semanas. Será uma excelente oportunidade para exibir tudo que o país tem para oferecer, nessa vitrine planetária. Segundo Michael Payne, ex-diretor de marketing do COI: “A música, a moda, o estilo brasileiros dominarão o cenário mundial em 2014-16. E nada poderá impedir que isso aconteça”.

    Se ele estiver certo, a publicidade negativa dos últimos meses, embora pudesse ter sido evitada, provavelmente terá valido a pena.

    {Instituto Humanitas Unisinos - IHU}

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    October 21st, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Para São Paulo de Piratininga! (RAG)

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    October 21st, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Há alguns dias veio uma outra edição do “Observatório da Imprensa”, cujo tema é “Corrupção no Futebol”.

    Como foi enviado por este canal, segue para os leitores do blog. Muita coisa já foi escrita, outro tanto de raciocínios inéditos, embora não sejam a descoberta da pólvora, e sim o que está às claras e omitido por grande parte da “mídia de grife”.

    52min de mais reflexões! (RAG)

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    October 20th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Comentar o que rola em redes sociais não é a pretensão do Lado D, principalmente pelo motivo que 99,9% é lixo não reciclável. Exibicionismo, carências jogadas a esmo, alegrias pálidas, complexos… Porém, sem que o comentário seja a mensagens tão idiotas, vale a pena estender o contexto e passar adiante a resposta do jornalista paraense em vídeo.

    Ao buscar saber das sedes da Copa das Confederações - 2013, uma das fontes foi a página do globoesporte.com, que ao final trazia as reflexões do craque Josiel, que passou pelo Paraná, Flamengo, futebol goiano e está no Paysandu. Meio mundo de times…

    O texto está no “Blog do Rica Perrone” e vem todo amarradinho: morde e assopra, paulistinha no craque Josiel, paulistinha na torcida, como manda o “bom jornalismo” - a quimérica imparcialidade. Assim, pelo ritmo barroco das antíteses, chegou, inclusive, a concordar com o atacante em relação a um tema muito importante para a Humanidade: tem mulher bonita? Em Belém não tem como no Sul. Paquita… Tá, e daí? Que papo mais Facebook ou barzinho pra encher o pote e enfiar conversa furada…

    Rolou, no mesmo blog, até pito no Edson Matoso, o citado apresentador da tv do Pará!

    Imparcialmente é parcial, não tem jeito.

    O gran finale do Matoso conclui uma das reações merecidas diante de opiniões fracas, racistas, complexadas = inúteis. E sensatez também tem vez, como o que escreveram aqui, ”não dá Ibope”.

    Tomara que não demore para que comentários xenofóbicos na www sejam punidos, apesar do grau de inutilidade de quem os faz, pela própria condição de ficar expondo pontos de vista imbecis ou imagens exibicionistas, vendendo o que são, e principalmente o que não são, em troca de dar vazão aos complexos e angústias que carregam. Não seria preciso apenar em cana dura, bastaria serviço comunitário e perda da primariedade. Corajosos só em frente a um monitor, sem dúvida seriam “reeducados”. Ou entrariam, com toda a mestiçagem ariana, em algum grupo nazi-fascista…

    Será que o Paysandu ainda irá escalá-lo?

    No dia em que Porto Alegre ficou de fora da condição de sede em 2013, o grande embaixador gaúcho é o galã-artilheiro Josiel… quem? (RAG)

    . Imagem: Reprodução/www

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    October 19th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    O Alviverde do Alto da Glória, o Coritiba (PR), divulga a sua terceira camisa e faz alusão às 24 vitórias consecutivas obtidas no primeiro semestre deste ano.

    “O Mais Vitorioso do Mundo” é o nome da homenagem que vem estampada no uniforme, especificamente atrás da gola. Segundo descrição do próprio clube, o verde dá lugar ao azul-petróleo (e detalhes em preto e dourado), associado às cores do Guinness, que oficializou o recorde mundial no dia 17/10/2011. (RAG)

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    Série Publi$$idade$
    [ 38 ]

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    October 19th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Estádios, aeroportos, rede de telecomunicações, hotéis, vias públicas, obras de estrutura… Logo no primeiro parágrafo estes são os itens citados, e para qualquer brasileiro não é novidade enumerá-los como déficits de um país que tem a colonização “roots, bloody roots”. Aliás, em todo o hemisfério sul - ou norte, segundo o mapa Sureño - seria assim, exceto aqueles como a Austrália e a Nova Zelândia, que ainda podem fazer valer a metrópole.

    Tudo isso não significa traduzir em leitura breve como conformismo, mas 200 anos de independência “capenga” e o nosso continente, ou mesmo o hemisfério, não são suficientes para a patrulha exploratória da qual ainda não nos desvencilhamos. Portanto, o diagnóstico do Nepomuceno procede, mostra preocupação acerca da boa receptividade do Brasil aos visitantes em 2014, só que o ditado “não podemos dar o passo maior que a perna” é e deve ser recorrente.

    Ou seja, segurança, hospedagem, saúde, alimentação, são imprescindíveis, e em todos os momentos que celebridades, governantes, mega-eventos etc., é quase nula a indisposição, no sentido que agora tanto é cobrado do país perante os turistas/torcedores. Até limpeza social rola, chefe de estado vem para cá e não vê um mendigo, não pára no sinal, e quando quer, vai até para a Sapucaí balançar os dedinhos e não soube do cotidiano do brasileiro mesmo. Os mesmos que listam e expõem as fraquezas administrativas para os gringos, quando em qualquer Copa a gente sabe de hotel que faz limpa delitivo nos quartos das delegações, transfere moradores dos bairros que abrigam os estádios para os cafundós.

    Tem também as matérias permissivamente sexistas, mostrando as beldades que movimentam a indústria do sexo com a mesma origem social dos/as operários(as) envolvido/as no sistema. São diversos exemplos, todos inerentes ao Homem em sociedade capitalista. Daí para comparar, como adoram, “a Copa no Brasil não vai ser nem sombra da que foi na Alemanha”, é fazer vistas grossas à história.

    As diversidades permitidas parece que são só aquelas da abertura e do encerramento do campeonato, a da cultura econômica não pode?

    Tantas linhas, estas e de todos os que se submetem a escrever sobre a Copa e a Olimpíada verde-amarela, poderiam ser apenas isso: licitação honesta; respeito ao dinheiro público e às leis que regem as praças esportivas pré-Mundial;  e estádios, no mínimo, como o Maracanã de 1950! (RAG)

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    ¡Todo lo que falta en Brasil para el Mundial!

    De las doce ciudades-sede del evento deportivo, sólo cinco empezaron parte de las obras previstas. Hay problemas en licitaciones y denuncias de corrupción que generan embargos judiciales. El gobierno asegura que todo estará listo a tiempo.

    por Eric Nepomuceno

    Faltan menos de mil días para el 12 de junio de 2014, cuando empieza en Brasil el Mundial de Fútbol. Y faltan muchas otras cosas: estadios, aeropuertos, falta una red de telecomunicaciones capaz de soportar la demanda que vendrá, faltan plazas hoteleras y redes viales urbanas, faltan obras de estructura.

    De un total de 81 proyectos, que van de reformas de estadios a ampliación de aeropuertos, pasando por grandes intervenciones urbanas, 52 no han salido del papel. O sea, más de la mitad: 64 por ciento. No se sabe cuál será el volumen de inversiones demandadas por la realización del Mundial de 2014, pero un estudio rápido señala al menos unos 15 mil millones de dólares destinados directamente a la realización del Mundial. El gobierno asegura disponer de reservas de hasta 17.500 millones de dólares para que todo esté listo a tiempo. Y ese es el gran enigma: ¿estará?

    El resumen del cuadro es preocupante: pasados casi cuatro años del anuncio oficial de que Brasil tendría su Mundial en 2014, más de la mitad de las obras previstas, y que el país asumió como compromiso, todavía no han empezado. Ahora hay que contar con la suerte para que no haya huelgas en las obras (ya las hay), problemas en licitaciones (hay, y son muchos), denuncias de corrupción (aumentan a cada día) que generen embargos judiciales (ya empezaron a ser decretados), y que las constructoras beneficiadas por contratos millonarios cumplan con su cronograma (técnicos e ingenieros dudan que al menos tres estadios estén listos a tiempo).

    Las grandes intervenciones urbanas, en especial las relacionadas con transportes y soluciones viales, serían, según el discurso oficial, el principal legado del Mundial para las ciudades brasileñas. De las 49 anunciadas, solamente nueve empezaron.

    Para esas obras urbanas están previstas inversiones superiores a unos 7 mil millones de dólares. Para apresurar su realización, será necesario aumentar considerablemente ese valor, inyectando nuevas cláusulas y condiciones en los contratos con los gigantes de la construcción. De las doce ciudades-sede del Mundial, cinco empezaron, tímidamente, parte de las obras previstas. Las demás, nada.

    Cuando se trata de identificar y localizar los principales talones de Aquiles de la organización del Mundial de 2014, la impresión es que se está delante de un ciempiés. Por donde quiere que se mire, se detecta de inmediato un punto altamente vulnerable. Docenas y docenas de talones de Aquiles.

    Los aeropuertos brasileños, por ejemplo, son un desastre de eficacia y un derroche formidable de dinero en obras inútiles. Parecen enormes y carísimas construcciones sin función práctica, ya que los servicios e instalaciones que efectivamente interesan - capacidad de las pistas, instalaciones destinadas a embarque y desembarque, almacenaje y distribución de carga y equipajes - son de alta precariedad.

    Para remodelar, ampliar, modernizar y reformar los aeropuertos de las ciudades-sede fueron destinados 4 mil millones de dólares. Basta con conocer a cualquier aeropuerto brasileño para preguntar si esos recursos serán suficientes, ya que son de una precariedad impactante y la calidad de instalaciones y servicios, casi ofensiva.

    Fue precisamente en las obras de los terminales aéreos que la Justicia empezó a descubrir indicios consistentes de desviación de recursos, sobreprecio y otros flagelos hartamente conocidos de la corrupción en nuestras comarcas.

    En todo caso, de poco o nada serviría tener aeropuertos aptos para recibir a torrentes de turistas atraídos por la magia del fútbol sin que existan estadios para los partidos, y ese es otro punto de tensión. Hay huelgas intermitentes en las obras de los estadios de Belo Horizonte (presupuesto de remodelación: unos 400 millones de dólares) y del mítico Maracaná en Río de Janeiro (presupuesto de reforma: 505 millones de dólares).

    Hay demoras preocupantes en los estadios de San Pablo (presupuesto de construcción: 482 millones de dólares, lo que significa que sale más barato construir un estadio de 65 mil plazas que reformar el Maracaná con sus 78 mil) o Natal, en el nordeste (presupuesto de construcción: 235 millones de dólares), cuyas obras siquiera han empezado.

    Pese a todo, interlocutores cercanos a la presidenta Dilma Rousseff aseguran que ella tiene certeza de que todo estará listo a tiempo y con la calidad exigida y esperada. Nada le quita a la presidenta una de sus características centrales: la de gestora eficaz y rigurosa, conocida por su obstinación por detalles y datos minuciosos y concretos. No hay semana en que no pida explicaciones, explanaciones, minucias, sobre cada una de las obras relacionadas con el Mundial de 2014.

    Si para la inmensa mayoría de los mortales la certeza de Dilma se parece a un surto de optimismo exagerado, para sus allegados se parece claramente a convicción. Ella dice y reitera que todo saldrá a contento.

    Ese es el panorama general cuando faltan menos de mil días para que empiece el segundo Mundial disputado en Brasil. El anterior, en 1950, tuvo un final de pesadilla. Brasil brilló en las canchas más que las estrellas en el firmamento. En el partido final, frente a Uruguay, le bastaba con un empate para sacramentarse como lo que era: el mejor del mundo. Perdió por dos a uno. Fue el estreno del Maracaná, y lo que se oyó de las 200 mil personas que aquella tarde desbordaban el estadio ha sido, en palabras del dramaturgo y cronista deportivo Nelson Rodrigues, “el más elocuente de los silencios”.

    Por lo que se vio hasta ahora, el desempeño del equipo que se prepara frente al Mundial de 2014 está muy parejo a lo que se ve fuera de las canchas: totalmente desencontrado. Pero al menos de momento, mejor dejar ese tema para otra crónica. Ya basta con las otras preocupaciones, que exigen a más de un Pelé para superar los obstáculos. Y más: dos años después del Mundial, Río de Janeiro tendrá los Juegos Olímpicos de 2016. Hay mucho con que preocuparse, y mucho más habrá.

    {SurySur}

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    October 10th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    Rumo ao Centro-Oeste! (RAG)

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    October 9th, 2011Lado D dos EsportesFutebol

    A gente abre outra série a partir dos materiais recebidos pelo Dissonância, os quais ligados ao esporte seguem para o nosso Lado D.

    O projeto “Brasileirão Petrobras - A Energia de Todas as Torcidas” é desenvolvido pela dupla Fabiano Tatu e Gabriel Godoy, que viaja pelos 20 (vinte) recantos da Série A em busca de imagens das respectivas galeras.

    Os vídeos são, de certa forma, parecidos com os da série “Brasil 2014 – A Viagem da Copa Começa Aqui“, no sentido de mostrar os temas e personagens ligados ao mesmos!

    Portanto, o conteúdo será publicado aqui em nossos posts, com a pretensão de que chegue a mais pessoas, além do canal oficial do programa do Godoy e Tatu, vide os leitores e espectadores “dinâmicos” dos nossos dias. Aliás, ver esses dois “inthahouse” nas arquibancadas, vibrando a cada gol, é realmente outro aspecto bem relaxado e que faz valer a pena saber mais dos clubes e parte do que está ao redor.

    Como rola desde o Brasileirão de 2010, tem material de times que atualmente frequentam a Série B, e virá para cá também. Aliás, ir às outras divisões no formato que eles têm feito os programas deveria gerar novos audiovisuais igualmente interessantes.

    Para quem pilha e não irá esperar pelos vídeos no Lado D, o endereço do site oficial.

    O primeiro é o do Furacão da Baixada, o Atlético Paranaense! (RAG)

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