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April 2nd, 2013FutebolTags: Afonsinho, Maracanã, Série "Novo Maraca" -

Ou os índios que se fodam…
Tags: Aldeia Maracanã, Complexo Desportivo do Maracanã, E$portes, Maracanã, Marcelo Freixo, Politicagem, Povo e grandes eventos esportivos -
February 22nd, 2013FutebolTags: Deley, Maracanã, Série "Novo Maraca" -
February 1st, 2013FutebolTags: Andrade, Maracanã, Série "Novo Maraca" -
January 11th, 2013FutebolTags: Maracanã, Raul Plassmann, Série "Novo Maraca" -
December 7th, 2012FutebolHá um ano a TV Lance! desenvolve a página “Novo Maraca”, homenagem ao estádio e personalidades da bola, cada um com o seu “causo” sobre O Maior do Mundo.
Rolam promos a partir destas pessoas (camisa autografada, por exemplo, para os leitores/internautas da publicação), mas são os depoimentos o gol de placa. E serão eles que passarão por aqui, tendo em vista a preciosidade de várias histórias. Parabéns pela criação!
O primeiro vídeo recebido e separado, entre outros, para compartilhar com os leitores do blog é o do Félix, grande e saudoso arqueiro do Juventus, da Portuguesa, do Fluminense, da Seleção do Tri… (RAG)
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Tags: Félix, Maracanã, Série "Novo Maraca" -
December 4th, 2012Futebol
Cresce a mobilização contra a privatização do Maracanã
A decisão sobre o futuro do antigo “maior do mundo” começa este mês. De um lado, o governo anunciou ter adiado a publicação do edital de concessão, mas a avaliação do movimento “O Maraca é Nosso”, integrante do Comitê Popular da Copa, é de que os planos oficiais sejam frear a crescente mobilização em torno da discussão sobre o futuro do local. Projeto prevê realização do plebiscito para definição do futuro do Maracanã.
“Treino saltos ornamentais no Júlio Delamare desde 2000. Estou visando as Olimpíadas de 2016, mas para isso eu preciso treinar, e agora querem demolir o estádio. Eu quero a minha piscina para treinar!”, disse Mônica Amaral, atleta da seleção brasileira júnior de Saltos Ornamentais, medalha de prata no campeonato Sul-Americano do Chile em 2011, neste sábado (1), no Rio de Janeiro, durante passeata contra a privatização do estádio do Maracanã e as demolições do parque aquático Julio Delamare, do estádio de atletismo Célio de Barros, da escola municipal Friedenreich e do prédio do antigo Museu do Índio que o governo do Estado pretende fazer no contexto das obras do complexo do Maracanã para a Copa 2014.
O protesto reuniu cerca de mil pessoas, que saíram da praça Saens Peña e percorreram as ruas da Tijuca em direção ao Maracanã conclamando a população a pressionar o poder público para a realização de um plebiscito que decida se o estádio deve ser entregue à administração privada ou permanecer nas mãos do Estado após o término das obras.
Ao chegarem ao complexo esportivo, os manifestantes se depararam com o usual cenário. No Célio de Barros, alunos de escolas do ensino básico participavam de provas de atletismo, com mais da metade das arquibancadas tomada por familiares e entusiastas; no Júlio Delamare, competição do Troféu Brasil de saltos ornamentais, com a participação de Mônica Amaral.
No Maracanãzinho, o contraponto. Seguranças engravatados abrindo caminhos para carros de luxo escanteavam o esporte e promoviam o show business. A apresentadora Xuxa gravava ali o especial de Natal da TV Globo. A reportagem de Carta Maior tentou saber, sem sucesso, quanto a emissora de televisão pagou ao Estado pelo aluguel do local em um sábado, dia mundialmente dedicado à prática de competições esportivas.
Nos planos do governo do Estado, mais estacionamentos e lojas com as demolições e a transformação do Maracanãzinho em arena multiuso. Na outra ponta da transação, as empresas do senhor Eike Batista aparecem como as principais favoritas a administrarem o (ex) complexo esportivo, principalmente após fazerem o estudo de viabilidade da concessão ao custo de R$ 2,3 milhões, pagos pelo poder público.
De acordo com o Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas, as contas do negócio são escandalosas. Após investir cerca de R$ 1,5 bilhão em diferentes reformas do Maracanã desde 1999, o governo do Estado passaria o estádio à administração privada por 35 anos, recebendo R$ 7 milhões anuais. Por sua vez, Eike Batista investiria cerca de R$ 400 milhões caso a licitação seja aprovada, e deve faturar pelo menos R$ 2,5 bi ao longo dos 35 anos.
O jogo
A decisão sobre o futuro do antigo “maior do mundo” começa este mês. De um lado, o governo anunciou ter adiado a publicação do edital de concessão, mas a avaliação do movimento “O Maraca é Nosso”, integrante do Comitê Popular da Copa, é de que os planos oficiais sejam frear a crescente mobilização em torno da discussão sobre o futuro do local. “Achamos que na próxima semana mesmo eles vão publicar o edital. Mas isso não esmorece a luta; ao contrário, fortalece. A partir da publicação do edital ainda temos muito campo de pressão popular para um recuo do governo”, disse Gustavo Mehl, integrante do Maraca é Nosso, em frente à estatua do Bellini, tradicional ponte de encontro de torcedores antes do início de jogos no estádio.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) foi publicado na quinta-feira (29) projeto de Resolução que determina a realização do plebiscito para a definição do futuro do Maracanã. Apesar da maioria governista, o projeto foi assinado por 33 deputados, e depois de passar pela comissão de Constituição e Justiça deve ir a plenário, quando terá que receber 36 votos dos 70 deputados da casa para se tornar uma obrigação do governo e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) marcar a data do plebiscito, independente do edital de licitação ter sido publicado ou não.
Presente à passeata, o deputado estadual Marcelo Freixo (Psol) aposta na mobilização popular, mas lembra o poder de coerção do governo Sergio Cabral sobre os deputados da Alerj para enterrar a possibilidade de plebiscito. Um dos expedientes mais utilizados pela bancada governista é a falta de quórum em dia de votações importantes para que uma definição fique sendo adiada até a proposta sair de pauta. “Só depende da casa colocar em votação. A hora que quiser coloca, só falta é vontade política. Eles têm maioria, se não tiver pressão popular, manifestações como essa daqui hoje, não tem jeito”, disse Freixo.
Museu do Índio
Enquanto estuda a tática a ser utilizada no plenário da Alerj, o rolo compressor do governo Sergio Cabral avança no entorno do estádio. Após o Estado formalizar por R$ 60 milhões a compra do terreno onde está localizado o prédio do antigo Museu do Índio, que ultimamente pertencia à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a presidenta do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), desembargadora federal Maria Helena Cisne, cassou duas liminares que impediam a demolição do prédio que funcionou como museu de 1910 até 1978 e a retirada dos índios que residem na hoje Aldeia Maracanã.
Escola Friedenrich
Já na escola municipal Friedenrich, batizada em homenagem ao ex-jogador de futebol Arthur Friedenrich (1892-1969), o estilo botinudo do governo estadual e municipal terá que enfrentar o Ministério Público estadual. O órgão entrou com ação civil pública contra a demolição do prédio da escola, que fica entre o Maracanãzinho e a rampa de acesso ao Maracanã. Segundo a ação, o Estado e o Município não podem impedir, inviabilizar ou limitar o direito à educação no atual prédio.
A ação se baseou em inquérito público iniciado em 2009, quando autoridades municipais e estaduais afirmaram que contratos assinados para a elaboração de projetos e execução das obras para a Copa 2014 não previam intervenções na escola. A ação prevê multa de R$ 5 mil diários caso o governo desrespeite os termos.
{Agência Carta Maior}
Tags: Complexo Desportivo do Maracanã, E$porte$, Maracanã, Politicagem, Povo e grandes eventos esportivos -
November 12th, 2012FutebolCom o banho de creolina que o Maracanã está tomando, é provável que imagens como as do vídeo acima fiquem restritas, em breve, aos centros de documentação, não se renovem muito. Principalmente, nos diversos tipos de gente e de bolso.
Escanteado no penúltimo ato - a proibição da geral nos estádios -, o povo terá mais uma chance de entender que é para ficar do portão para fora, e encarar televisão de plasma, tv a cabo e bares que exibem as partidas também pela telinha.
Arenas e reformas, avanços nas técnicas de construção e outras tecnologias, familiaridade do termo “setor popular” na hora do público e renda do jogo. A geral revivida num cantinho civilizado da arquibancada, cara de administração esportiva organizada. (RAG)
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April 28th, 2012Esportes
Importante o bate-papo entre Juca Kfouri e o deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, do PSOL.
Nos cinco vídeos, a dupla troca idéias sobre um punhado de assuntos, que vai da Olimpíada de 2016, sem esquecer das “empreiteiras de imenso espírito olímpico”; CPI das Milícias; a continuação do filme “Tropa de Elite” e o documentário “Ônibus 174″; e claro, da Copa do Mundo 2014 e seus tantos vícios, como o despejo dos moradores dos arredores das obras, a destruição do Maracanã, e o óbvio: há culturas diferentes entre estádios na América do Sul e na Europa!
Freixo apresenta também para o espectador a “Cidadania de Aplausos”, onde o que cabe à população não seja seria apenas bater palmas, mas que possa ser mais participativa, possa ser viver e interferir no futuro do lugar em que vive. (RAG)
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April 7th, 2012Futebol“Geral”, de Anna Azevedo, acredito que no mesmo 2010 em que fora lançado, vi no Porta Curtas Petrobras. Agora, um dos grandes sites dos curta-metragens não tem os 15min da obra disponíveis, coisas dos artigos, itens, alíneas… fui reencontrá-lo no YouTube!
Postado no Lado D, lembro de um texto que falava sobre as reformas e os novos estádios, diminuição da capacidade de público, ingressos mais caros, tudo repaginado em atenção ao modelo europeu.
Pra quem tinha uma galera dessa da Geral, imaginar que vai ficar como jogo da ATP de Tênis, sem fossos e ouvindo a respiração dos atletas, alambrados que virarão passado… Será que serão as UPP’s que recolocarão os cidadãos da Geral, arteiros, no Maracanã? Ou a Educação, em crescente nível de qualidade? Os meios de comunicação mais vistos transmitindo menos competição e mais atenção à pessoa ao lado?
Cantam que “o processo é lento”, e no filme sobre a geral, necessariamente, passados alguns anos (filmado em 2005) e vendo a “operação para diminuição do estômago” no Maior do Mundo, o teatro encenado por tantos tipos perdeu lugar para o econômico. Começaram pela Geral, reforma para os Jogos Pan-Americanos e a demolição total.
Exóticos para os bacanas, os geraldinos são um atalho para saber do Brasil, nas faces, fantasias, cânticos, personalidades adotadas pelas torcidas, verdadeiro arsenal de referências transponível aos demais meios sociais brasucas.
Além de exumar a arquitetura do Maracanã, o êxtase das pessoas no setor mais heterogêneo do estádio intriga. O êxtase por si intriga… Naquela praça esportiva, logo acima, outros setores - cadeiras, camarotes - comportavam torcedores dos mesmos dois times da partida, porém, tinha quem não os visse sequer como exóticos.
Espontaneidade, autonomia - inclusive para o coletivo -, não importa o campo de jogo, causam na pessoa ao lado um provável incômodo, o qual terá como provável mutação os mais doentes infinitivos.
No way out, Easy Rider! (RAG)
Tags: Clube de Regatas do Flamengo, Filmes, Fla-Flu, Fluminense Football Club, Geral (Anna Azevedo), Geral do Maracanã, Maracanã, Violências
