Lado D dos Esportes no estilo "a vida é um jogo"
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    April 17th, 2013Lado D dos EsportesFutebol

    “Futebol, Sexo & Rock’n'roll” era a descrição da Revista Placar naquele 1995, que emplacou o Animal como fera do Rock. Gggrrrrr!!!  ;)  (RAG)

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    Série Publi$$idade$
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    April 6th, 2013Lado D dos EsportesFutebol

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    March 21st, 2013Lado D dos EsportesFutebol

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    January 23rd, 2013Lado D dos EsportesFutebol

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    January 15th, 2013Lado D dos EsportesFutebol

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    October 27th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

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    {copagov}

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    October 24th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

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    October 16th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

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    September 18th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    * Imagem: Reprodução/www

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    A torcida emergente

    “Os excluídos estão sendo marginalizados nos campos de futebol cada vez mais pasteurizados e tecnológicos”, constata Juca Kfouri, jornalista, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 09-09-2012.

    Segundo ele, “como há tempos são caros os ingressos para ver o time da CBF”, “o torcedor conhecido como arquibaldo e/ou geraldino” foi substituído pelo “o torcedor-consumidor, ou o consumidor-torcedor, gente que tende a votar nos nada excelsos russomanos que invadem nossas praias, disfarçados de protetores, como o antigo caçador de marajás, dos que ascendem com dinheiro no bolso e pouco na cabeça, vítimas do sistema educacional brasileiro. São aqueles tipos que hoje viajam de avião de bermuda e camiseta regata, se encostando sem pudor para espanto das zelites”.

    Eis o artigo.

    Torcedor vaiar a seleção é tão antigo como ela mesmo. A ponto de Nelson Rodrigues ter escrito, quando o time que ganhou o tricampeonato partiu, sob apupos, para o México, que a seleção deixava seu exílio. Sempre foi assim, com maior ou menor força.

    A novidade, também nem tão nova assim, reapareceu no Morumbi, na figura de torcedores, e de muitas torcedoras que, além de vaiar o mau futebol do time de Mano Menezes, gargalhavam a cada surto, como se estivesse, além de protestando, desopilando o fígado. Uma farra, mas de muitos que nem sabem ao certo quem é aquele Rômulo.

    Gente que pagou caro, como há tempos são caros os ingressos para ver o time da CBF, e que está longe de ser aquele torcedor conhecido como arquibaldo e/ou geraldino.

    Coisa que também se vê não é de hoje no Pacaembu, nos jogos do Corinthians, só que, aí, mais misturada com, digamos assim, o velho torcedor, espécie em extinção no processo de elitização - e que a Copa no Brasil deverá aprofundar.

    Os excluídos que, repita-se, tampouco deixavam de vaiar, estão sendo igualmente marginalizados nos campos de futebol cada vez mais pasteurizados e tecnológicos.

    É o torcedor-consumidor, ou o consumidor-torcedor, gente que tende a votar nos nada excelsos russomanos que invadem nossas praias, disfarçados de protetores, como o antigo caçador de marajás, dos que ascendem com dinheiro no bolso e pouco na cabeça, vítimas do sistema educacional brasileiro.

    São aqueles tipos que hoje viajam de avião de bermuda e camiseta regata, se encostando sem pudor para espanto das zelites.

    Ou que acompanham a seleção nas Copas mundo afora, cantando que são brasileiros, com muito orgulho e muito amor, estímulo mais brochante que excitante, contraponto edulcorado para os bandos de loucos, do dá-lhe, dá-lhe, ou da casaca e da fuzarca, que gostam ainda de ver futebol em pé.

    Nada que sirva para minimizar o futebol abaixo da crítica do último 7 de setembro - que tem no garoto-propaganda Neymar seu maior símbolo, popstar, longe, no entanto, de ser seu maior responsável.

    Desta vez não foram vistas bandeiras verde-amarelas jogadas no gramado, embora coros se despedissem de Mano Menezes, como, às vésperas da Copa do tetracampeonato, o Maracanã clamou para Raí pedir para sair, crueldade tão injusta como as vaias para Paulo César Caju em 1970, de novo no Morumbi, ou a perseguição com Zico em São Paulo, só porque era do Rio.

    Então, os emergentes ainda não tinham nascido e o bairrismo era mais visceral.

    Hoje, despolitizada e inconsequente, esta massa será mais facilmente seduzida se Hulk e companhia começarem a golear.

    Como é que são elas. Mano parece saber, mas só nas entrevistas.

    {Instituto Humanitas Unisinos - IHU}

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    August 20th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    Aproveitando a canção do post anterior…

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