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May 21st, 2013Futebol
* Imagem: Reprodução/www
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E as palavrinhas começam a surgir!
Pate(n)teáveis.
Vuvuzela na anterior, caxirola para a próxima.
Não contavam com a torcida do Bahia… (RAG)
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A Copa: dos cartolas às “caxirolas”…
por Rodolpho Motta Lima
Sempre gostei de futebol. Ainda que reconhecendo que a importância que se dá a ele em nosso país tem servido, às vezes, para mascarar situações muito mais relevantes para os brasileiros e gerar um conveniente entorpecimento, não posso negar: sempre gostei de futebol… Por isso, jamais pensei que pudesse ter a visão que hoje tenho sobre o que significa uma Copa do Mundo no Brasil. Afinal, não pude participar da Copa de 50, a do Maracanazo, e sempre imaginei como seria fascinante ter a Copa entre nós.
Tudo indica, porém, que estamos às vésperas de um gol contra, ainda que o ufanismo local, misturado com uma infinidade de interesses econômicos, já se tenha armado com um arsenal de argumentos e sentimentos para envolver o povo.
Há nefastos aspectos ideológicos que cercam o evento. Alguns são históricos - quando se pensa, por exemplo, que um dos condutores do processo, no Brasil, é conhecido como um ex-adepto da ditadura. Outros mais atuais, como a declaração do Sr. Jérôme Valcke de que “menos democracia seria melhor para organizar a Copa do Mundo”. Um ato falho, provavelmente, que as esfarrapadas desculpas posteriores não têm o poder de suprimir. Até porque frases desse tipo apenas confirmam a arrogância de um organismo - a FIFA - que, administrando o “circo” do mundo contemporâneo, se acha habilitado para interferir em usos e costumes nacionais, impondo seus valores comerciais e “de mercado” a outros firmados na ética e na equidade.
Interesses pouco claros também cercam a construção/reconstrução dos estádios de futebol que servirão de palco para o evento. O caso do Maracanã é emblemático: desfigurou-se um ícone do Rio de janeiro em nome das imposições da FIFA, usou-se para isso o dinheiro público, e agora se vai entregar o estádio, por algumas décadas, para a exploração de particulares… Ouso exercitar certa futurologia para imaginar como o Maracanã, com seus novos espaços destinados aos assim chamados “Vips”, áreas “nobres” com o sugestivo apelido de “lounges” e muitas outras “sofisticações”, irá afastando paulatinamente o povão, e se transformará em um templo da elite “bem comportada” capaz de encher os bolsos dos novos administradores… Mas mesmo a elite nacional já começa a experimentar o peso dos interesses que cercam a Copa. Os proprietários de cadeiras cativas do Maracanã não poderão usar, nos jogos do mundial de 2014, os assentos que compraram, porque, nesse período, o estádio “é da FIFA” e não está sujeito a qualquer aspecto legal nacional.
No cenário futebolístico propriamente dito - que deveria ser o primeiro a interessar, mas que acaba ficando secundário em meio a toda essa parafernália mercadológica de direitos exclusivos e privilégios empresariais -, o panorama não é mais reconfortante. O futebol brasileiro também passa por um momento de declínio, consubstanciado, aliás, em um “ranking” que nunca nos colocou em posição tão inexpressiva. Nossa principal “estrela” - Neymar - tem momentos de brilho e de apagão, e ninguém sabe se a cabeça de um jovem humilde guindado à condição de astro-pop nos comerciais e nas badalações, conseguirá passar por cima de todo esse endeusamento midiático para fazer aquilo que ainda se espera dele. A mídia, sabemos todos, põe e dispõe, exalta e denigre, endeusa e demoniza, ao sabor dos seus interesses de momento. E a mídia esportiva não é diferente, nisso, sempre à cata de heróis e de bandidos para vender notícias e ideias.
Aas declarações que têm cercado a ambiência futebolística no país não são nada animadoras. Romário, Ronaldo, Pelé, o próprio Neymar, volta e meia frequentam o noticiário ao lado dos “cartolas”, com frases que poderiam não ser ditas, mas que, na realidade, traduzem um certo caos que atinge o nosso futebol. Um futebol que está se acostumando a bater palmas para os europeus, algo inimaginável há alguns anos, mas que tem tudo a ver com a arrogância interna de técnicos de salários milionários e eficiência discutível que, como em um grande clube de amigos, rodiziam-se na condução de nossas equipes. Um futebol que, por isso mesmo, acaba sendo o paraíso de craques veteranos (Ronaldo, Ronaldinho, Deco, Juninho, Adriano e tantos outros), que, em vias de perder mercado na Europa, vêm para o Brasil e conseguem impor-se como indispensáveis, ainda que momentaneamente. Um futebol das grandes negociatas, dos clubes administrados de forma medíocre pela cartolagem de plantão, dos salários nababescos que são uma afronta à nossa realidade social, dos empresários oportunistas que estão matando a nossa histórica base.
Por tudo isso, e porque não tenho outro compromisso a não ser com as minhas próprias convicções, lamento que o Governo brasileiro tenha optado por um “slogan” - acompanhado da respectiva logomarca - que nos caracterizará, durante a Copa, como “a pátria de chuteiras”, expressão que foi buscar lá no Nelson Rodrigues. Isso é tudo que não devemos ser. O Governo Federal tem outros “slogans” para outros projetos que, esses sim, podem ter a ver com a (discutível) noção de pátria. E, não serão jamais as chuteiras - nem eventualmente - os símbolos maiores da caracterização do nosso país. Esse é um “slogan” que enfatiza o circo, a alienação, e tudo o de que não precisamos no momento.
Mas nem tudo está perdido, dirão alguns. Vem aí muita euforia, muito barulho. O músico Carlinhos Brown, idealizou - e tem o apoio oficial - a “caxirola”, um chocalho que ele pretende venha a ser usado por todos os brasileiros na nossa Copa, para dar continuidade às ensurdecedoras “vuvuzelas” da África do Sul. Não tem nada a ver com a nossa tradição nos estádios, mas pode ser que cole. E, barulho por barulho, pode funcionar, se necessário, para encobrir eventuais vaias, que ninguém quer que existam, mas que são bem previsíveis, se tudo continuar como está…
Tags: Carlinhos Brown, Caxirola, Copa do Mundo Brasil 2014, E$porte$, Politicagem, Povo e grandes eventos esportivos -


“Me motivaron sus historias de compromiso”
“Deportes, Desaparecidos y Dictadura” es un libro fundamental para seguir recordando y pensando a una generación que entendió que para cumplir con la consigna “Mens sana in corpore sano”, había que poner el cuerpo a lo que dictaba la cabeza y el corazón.
por Julio Ferrer
[Nota en edición impresa. Mascaró #11, mayo 2013]El autor de este profundo trabajo es el reconocido periodista y escritor Gustavo Veiga, quien lleva más de 30 años investigando y escribiendo en distintos medios gráficos como La Prensa, Clarín, Crónica, El Periodista, Goles y El Gráfico, entre otros. Actualmente trabaja en Página/12 y Un Caño. También ha escrito sobre el deporte y sus negocios sucios: “Donde manda la patota, barras bravas, poder y política” (1998) y “Fútbol limpio, negocios turbios” (2002).
En la primera edición del libro de investigación “Deporte, Desaparecidos y Dictadura” (2006), Veiga reconstruyó las historias de 26 deportistas desaparecidos como los jugadores de La Plata Rugby Club (Pablo Balut, Santiago Sánchez Viamonte, Mariano Montequín); el futbolista de Huracán de Tres Arroyos, Rivada, el atleta Miguel Sanchéz, el tenista Daniel Schapira, entre otros. También descubrió la macabra doble vida de Juan de la Cruz Kairuz, director técnico y ex futbolista y paralelamente, represor y jefe de varios operativos ilegales de secuestros en Jujuy, tierra feudal de la familia Blaquier. En esta nueva edición ampliada, incorporó nueve casos más, como los futbolistas Luis Ciancio de Gimnasia Esgrima de La Plata, Adriana Acosta, jugadora de Hóckey sobre césped del club Lomas, Alicia Alfonsín de Cabandié, basquetbolista y mamá de Juan, nacido en la ESMA y hoy diputado porteño kirchnerista, el ajedrecista Gustavo Bruzzone. Y denuncia a otro personaje siniestro, Edgardo Andrada, famoso arquero de Rosario Central y la Selección Nacional que fue personal de inteligencia en la provincia de Santa Fe.
En estas páginas (salvo la de los colaboradores de los genocidas) podrá encontrarse ese mundo utópico en donde podía convivir la misma pasión por el deporte y por las causas populares. Algo casi impensable en el deporte del siglo XXI, donde en su mayoría se promueve la “cultura del éxito”, del despilfarro y lujos obscenos, del poder del dinero como meta de la consagración del ser humano. Todo lo contrario a lo que practicaban todos estos deportistas desaparecidos, que se desarrollaban al máximo en sus disciplinas, pero sin olvidar la solidaridad y las ganas de construir un mundo más justo para todos.
En esta entrevista con Mascaró, Veiga nos cuenta sobre su último libro.
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¿Qué lo motivó a hacer este trabajo de rescatar del olvido a deportistas desaparecidos por la última dictadura cívico-militar?
Me motivaron sus historias de compromiso con las ideas revolucionarias de una época, su militancia, su relación con el deporte en una etapa en que no era la maquinaria mediática, comercial y política que es hoy. No era el deporte que nos determina la agenda, el fenómeno globalizado que ha generado una casta de divos y divas millonarios. Ellos eran la antítesis de eso que vemos ahora en la televisión hasta cansarnos. Su participación en organizaciones político-militares, agrupaciones gremiales o estudiantiles de superficie o cualquier otro espacio colectivo, sería impensable en estos tiempos de banalidad institucionalizada. Ellos renunciaron a sus deportes por la militancia, compitieron hasta dónde pudieron, y siendo deportistas nunca perdieron su concepción de hombres íntegros, hechos de una sola pieza.
¿Cuánto hace que viene trabajando en el tema?
Empecé de a poco, con una historia, dos, tres, y a medida que mis artículos iban siendo publicados en Página/12, y en menor medida en otros medios también, tomé conciencia de que ahí había una masa crítica de casos que podían cobrar forma en un libro. Como en el medio hay otros colegas que escribieron sobre ellos, los invité a participar de la iniciativa y a ampliar con su mirada la que yo tenía.
En el tema vengo trabajando desde 1998, o quizá un poco antes de que ingresara a Página/12. La dinámica de sus historias, retroalimentadas unas con otras, me superó. Ellos están siempre presentes, en una carrera, una cancha de césped sintético, una plaqueta o el recuerdo de sus compañeros, familiares y amigos. Están vivos entre nosotros de esa manera, sus desaparecedores y asesinos no consiguieron borrar su memoria, sus luchas, las luchas de toda su generación.
Su libro fue reeditado con más casos de deportistas desaparecidos ¿Cierra un ciclo o tiene pensado seguir investigando y dar nuevos testimonios?
Creo que este libro, la reedición ampliada de “Deporte, Desaparecidos y Dictadura”, cierra un ciclo. No tengo pensado escribir otro, al menos que las historias vuelvan a superarme, que constate que hay más casos, que soy injusto con quienes no están y deberían estarlo. De cualquier modo, la decisión que tome va a estar cruzada por la necesidad imperiosa de divulgar sus historias allá donde vaya o se quieran conocer. Los reivindicaré siempre desde su pasado como militantes, que se torna presente en el legado que nos dejaron. Nunca dejaré de investigar otros casos, aunque después no se incorporen a un libro.
Después de su investigación ¿Ha habido algún tipo de reconocimiento o reivindicación para estos deportistas-militantes desaparecidos?
Sería presuntuoso decir que después de mis investigaciones o el libro se dispararon reconocimientos aquí y allá. Y sí así fuera, enhorabuena. Valerio Piccioni, el periodista italiano que instaló en los medios de su país y de acá la historia de Miguel Sánchez, el atleta emblema, es un precursor. Así nació la Corsa de Miguel en Roma, que después se transformó en la Carrera de Miguel acá, en la Argentina. Adriana Acosta le dio el nombre a la cancha de hóckey de césped sintético del CENARD, Daniel Schapira tiene una plaqueta que evoca su memoria, los rugbiers del club La Plata tienen la suya en su campo de deportes, al futbolista Carlos Alberto Rivada lo sobrevive su hijo Diego en un proyecto colosal de club social y deportivo en General Lamadrid, Gustavo Papilo Olmedo tiene una calle que lo homenajea en su pueblo riojano de Los Sarmientos… Ellos, con su compromiso y desprendimiento, se ganaron su reconocimiento sin necesidad del libro. El único mérito que tiene es que logró unir sus historias en 128 páginas. Y que también están allí los casos de deportistas que fueron represores. La contracara, los que en la década del 70 secuestraron, torturaron e hicieron desaparecer gente. Ellos usaron al deporte como fachada, como coartada. Sus víctimas, por el contrario, amaban al deporte, lo practicaban de manera amateur, sacándole horas a la familia, el estudio, el trabajo, pero no a su vocación política.
Sería interesante que el libro circulara por los colegios secundarios y facultades de Comunicación Social y Periodismo Deportivo ¿Existe alguna posibilidad?
Me parece atinente la pregunta. Creo que sí, que sus historias merecen leerse, analizarse y discutirse en donde los jóvenes se forman. Todos sabemos el influjo que ejerce el deporte sobre los más chicos, cómo lo viven, de qué manera se identifican con sus símbolos más fuertes como la camiseta o determinado ídolo. Que puedan saber cómo en otros tiempos hubo deportistas que se jugaron la vida por un ideal, a los que ni se les ocurriría pensar en el profesionalismo tal como lo concebimos hoy, que dejaron de jugar al rugby, al fútbol o al tenis por militar en el secundario o la facultad, que conozcan sus historias, sería una contribución a robustecer la memoria colectiva desde el deporte, esa herramienta formidable que mejora la calidad de vida de la gente cuando se entiende que cumple una determinada función social y se estimulan sus prácticas asociativas. Ojalá exista la posibilidad en el futuro de que el trabajo llegue a las escuelas, terciarios o facultades o profesorados.
¿Cuál es el objetivo de su investigación?
Aunque el tema me es próximo y sensible por razones personales, me guió esa simbiosis de política y deporte que siempre estuvo dentro de mis inquietudes. Practiqué y practico deporte, milité y milito por ideas, por lo que divulgar sus historias me resultó tan imperativo como fascinante. Con el mayor de los rigores posibles, traté de evocar sus semblanzas de vida recurriendo al testimonio de familiares, amigos, compañeros de equipo, entrenadores. En una humanidad tan deshumanizada como la que vivimos, su ejemplo debe difundirse para las generaciones actuales y futuras.
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Abigail o El Capitán Miguel, el desaparecido 18 de La Plata Rugby Club
por Agustín Santarelli
La historia de los 17 desaparecidos de La Plata Rugby Club (LPRC) es conocida. Pero ahora se sabe que hubo un desaparecido 18, aunque su nombre no aparece en la placa que desde hace años se instaló en la sede del conjunto canario. Se trata de Abigail Armando Attademo, el “Capitán Miguel”, militante del PRT-ERP.
Recientemente, Julián Axat - defensor penal juvenil platense e hijo del rugbier desaparecido Rodolfo Axat -, recuperó la historia deportiva del adolescente Abigail, quien fuera conocido más tarde en su organización, el Partido Revolucionario de los Trabajadores (PRT), como “Pedro” o “Panfleto” y un poco más tarde, en el Ejército Revolucionario del Pueblo (ERP), como el Capitán Miguel.
Cuenta Axat que Attademo “Nació en La Plata el 3 de Abril de 1948. Hizo la primaria en la Escuela Anexa de la UNLP y la secundaria en el Colegio Nacional Rafael Hernández. Por ser de abril le tocó la camada del 47. Allí se hizo amigo de mi padre Rodolfo “Fel” Axat, y de tantos otros que conforman “la barra”: “Naca” Pérez Arzueta, el “Negro” Eduardo Bustillo, Ricardo “Tite” Eliçabe; Juan “el gordo” Gascón; el “flaco” Bonilla, etc. La “barra” del Nacional de 1 y 49, no es solamente una camada. Es también la octava, más tarde la séptima, la sexta; todas del “Canario” La Plata Rugby Club”.
La comprobación de que Abigail fue jugador de LPRC apareció hace poco tiempo, con unos viejos artículos y fotos del Diario El Día, que conservaba uno de sus compañeros del colegio y la ovalada, el “Gordo” Gascón.
Abigail Attademo, el Capitán Miguel, también fue tapa de diarios y su rostro era bien conocido por militares y policías desde fines de 1975, cuando encabezó el grupo de 70 combatientes del ERP que intentaron asaltar el Batallón Depósitos de Arsenales 601 Domingo Viejobueno, ubicado en la localidad de Monte Chingolo con el objetivo de apropiarse de armamento y de dar un revés importante al golpe militar que se hacía inminente. El encargado de derribar el portón de entrada con un camión, fue Jorge Moura, otro de los jugadores desaparecidos del LPRC, al igual que Eduardo Merbilah, compañero de inferiores de Abigail y de militancia de Miguel.
Después del asalto al cuartel de Monte Chingolo, el “Capitán Miguel”, era un objetivo primordial del ejército. El 4 de junio de 1976 Abigail es emboscado en la casa donde se encontraba junto a su nueva pareja, y otros compañeros de militancia. Al momento de su desaparición Abigail es herido. Hay testigos que dicen haberlo visto en Campo de Mayo.
Abigail sigue desaparecido, pero no tanto.
{Agencia de Noticias Redacción - ANRed}
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April 29th, 2013Automobilismo
Detrás de la Fórmula 1 en Bahrein
El número de prisioneros políticos asciende a varios centenares, persiste la tortura y los hospitales siguen militarizados en el régimen amigo de “Occidente”
por Juan Gelman
El 21 de abril tuvo lugar la carrera de Fórmula 1 en el Circuito Internacional de Bahrein (BIC, por sus siglas en inglés), construido en pleno desierto, y hubo entusiasmo por el emocionante espectáculo. Otros ni pudieron verlo por televisión. Siguen presos muchos de quienes en febrero del 2011 encabezaron una manifestación en demanda de autodeterminación, defensa de los derechos humanos y respeto a su dignidad. Fue violentamente reprimida (www.bahrainrights.org, 14-2-13). A algunos de ellos se les ha negado durante semanas la posibilidad de que los visitaran su familia y sus abogados.
Un informe de Centro de Derechos Humanos de Bahrein (BCHR, por sus siglas en inglés) señala que la represión ha continuado desde entonces: el número de prisioneros políticos asciende a varios centenares, persiste la tortura y los hospitales siguen militarizados (www.bahrainrights.org, 8-4-13). La impunidad es regla dominante bajo el régimen bareiní, que ha instalado en la práctica un sistema de apartheid en el que los pobladores originarios, chiítas en su mayoría, son ciudadanos de segunda.
El lector tal vez se pregunte qué relación podría existir entre las carreras de Fórmula 1 y los hechos mencionados. Existe y no es de poca monta: los arrestos recrudecen. La semana anterior a la carrera, la policía detuvo a 60 personas de las zonas residenciales alrededor del BIC tras allanar sus viviendas previamente gaseadas. “Las fuerzas de seguridad atacaron a cuatro colegios secundarios, lanzaron bombas de gas lacrimógeno y detuvieron a varios. No obstante la presencia de las cámaras de televisión, uno de los estudiantes fue severamente golpeado” (www.independent.co.uk, 21-4-13).
El BIC fue erigido para atraer extranjeros, conseguir una derrama de 500 millones de dólares y conferirle al régimen una máscara de liberalidad tranquilizadora: todo está bien, todos trabajan como siempre, el país progresa, hay carreras de automóviles de Fórmula 1 cada año. Pero el rostro que esta máscara oculta es siniestro, está marcado por la constante violación de los derechos humanos y no hay Fórmula 1 que lo pueda lavar.
No sólo se tortura a los opositores políticos en locales de las fuerzas de seguridad: desde hace más de un año funcionan también centros clandestinos de detención. Se trata de atajar las protestas durante el período de la carrera y el Gran Premio pueda otorgarse sin inconvenientes reveladores (www.bahrainrights.org, 16-3-12). Un equipo de la ITN, importante empresa informativa británica, fue expulsado antes de la carrera por filmar manifestaciones callejeras. El periodista Justin Gengler indicó en Foreign Office: “La carrera, que se realiza no lejos del Palacio Shakir, fue sobre todo concebida para diversión de la élite de la sociedad y muestra con claridad las prioridades sociales y económicas fuera de lugar de la familia gobernante”.
Y para tapar lo otro. Cuando la carrera del 2012, Salah Abbas Habib, padre de cuatro hijos y hombre muy respetado de la oposición, fue detenido por la policía, golpeado y baleado. Su cuerpo se encontró al día siguiente (//bahrainrights.hopto.org, 21-4-12). Ese mismo año fue arrestado un grupo de menores. Algunos fueron arrojados a la calle desde el techo de la casa donde se encontraban. El 18 de abril de 2011, las fuerzas de seguridad arrestaron a cuatro niños. Uno de ellos era Mahdi Salah Al-Khawaja, de 13 años: a punta de pistola lo obligaron a presenciar la golpiza propinada a su padre, cómo lo arrojaban desde el techo de la casa y cómo violaban a su madre. Es de imaginar el trauma que lo afecta.
Algo preocupa a EE.UU. y Gran Bretaña la inestabilidad política en Bahrein, pero nada hacen para que las persecuciones cesen. Londres, en cambio, vende armas al régimen, pese a que la agencia Standard & Poor’s emitió a comienzos del año pasado un documento sin vueltas sobre la economía de Bahrein: señala que “la dinámica del conflicto político interno no ha cambiado, con una polarización afianzada que indica tensiones prolongadas” (www.guardian.co.uk, 30-1-12). La situación no se modificó en el 2012 ni en lo que va del 2013.
Bernie Ecclestone, el magnate británico cuyas empresas gestionan y administran las carreras de Fórmula 1, no complació demasiado a sus anfitriones bareiníes: calificó al gobierno de “realmente estúpido” por seguir con la competencia porque su rechazo se ha convertido en plataforma de los grupos de oposición (//middleeastvoices.voanews.com, 24-4-13). Al parecer ignora con qué métodos el régimen se ocupa de ellos. (Fuente: Página/12)
{La Haine}
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Foi na semana passada que aconteceu em Florianópolis (SC) a nona edição do projeto “Jornadas Bolivarianas”.
O vídeo traz a análise do presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos, centro de estudos que criou e toca adiante uma série de atividades acerca da Pátria Grande.
Mais uma vez, novos detalhes sobre os grande$ evento$ e$portivo$, inclusive além da experiência brasileira, que vem sendo construída. (RAG)
Tags: 9ª Jornadas Bolivarianas, Copa do Mundo (México 1970), Copa do Mundo África do Sul 2010, Copa do Mundo Brasil 2014, Copa do Mundo México 1986, E$porte$, Jogos Olímpicos (Cidade do México 1968), Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016, Politicagem, Povo e grandes eventos esportivos -
April 21st, 2013Atletismo
EEUU: ¿Por qué maratón?
Todo indica que las explosiones fueron perpetradas por los servicios secretos. Lo dicen todos los que no trabajan en la “CNN” o en la seguridad del estado
por Geidar Dzhemal
[Kavpolit.com, 17-04-2013. Traducido del ruso por Arturo Marián Llanos]Explosiones y acciones terroristas en los Estados Unidos no son un fenómeno tan raro. Y a pesar de que en la tragedia sucedida el 15 de abril no ha habido tantas víctimas mortales en comparación con 9/11, ya han tenido tiempo de bautizarla como la acción terrorista más grande desde las Torres Gemelas. El presidente del Comité Islámico de Rusia Geidar Dzhemal ha compartido con “Política del Cáucaso” su visión de las explosiones en Boston. El autor considera que en el asunto se puede rastrear la pista sionista. Sobre este y otros hechos sorprendentes habla este material.
Ciertamente en la preparación de espectáculos de este tipo siempre está presente el elemento simbólico. Así, en particular, las Torres Gemelas de Manhattan que fueron el objetivo de la acción terrorista del 9/11, a los ojos de la población mundial se asociaban con el comercio e imitaban los “pilares de Melcarte” - antigua construcción fenicia para orientar a los navegantes, que también está presente en el billete del dólar en forma de la doble raya vertical.
Es decir, que los organizadores de la acción contra las torres (independientemente de quienes fueran) daban a entender a la opinión pública: el golpe va dirigido al mismo corazón del capitalismo, contra su símbolo sagrado. ¿A qué se podían referir los que relacionaron las explosiones en Boston con la maratón?
Como se sabe, esta tradición deportiva arranca de la hazaña legendaria del mensajero griego, que llegó corriendo desde Maratón hasta Atenas, para anunciar a los atenienses la victoria de los griegos sobre los persas. El simbolismo de este tipo no es ajeno a la conciencia infantil norteamericana. No hay más que recordar la película aparecida hace pocos años “300 espartanos”, que representa la metáfora directa de la actual confrontación entre Irán y Occidente. Cuesta deshacerse de la idea de que de alguna manera el tema de Irán estaba en la mente de aquellos que prepararon esta acción.
Claro, que el propio hecho de la explosión en la recta final se puede interpretar de distinta manera. Podría ser una alusión general a la pista iraní, o podría representar la ejecución de los corredores maratonianos, que simbólicamente se refieren a aquel mensajero de 490 a. de J.C. En ambos casos tenemos la referencia a Irán.
Pero es poco probable que el tema iraní se divulgue cara al público en general. Más bien se trata de un guiño para los que entienden. Recordemos que también el 9/11, aparte de las torres-pilares, estuvo acompañado de muchos otros signos e insinuaciones, como, por ejemplo, el que la propia fecha elegida sea el número de urgencias de la policía.
Pero si cambiamos del simbolismo a la estructura criminal del suceso, habría que decir que las matanzas sociópatas con los ciudadanos casuales de por medio ocurren en los Estados Unidos casi que semanalmente.
Los fusilamientos realizados en los colegios, jardines de infancia y cines durante el período reciente constituían el tema de escándalo permanente, que “embellecía” los titulares de las noticias y acompañaba la dura campaña de los demócratas contra el derecho constitucional de los norteamericanos a llevar armas.
La campaña fue perdida por los demócratas, y la regular, como la aparición de la luna llena, violencia de los jóvenes solitarios ha descendido algo.
Difícilmente, a pesar de las elucubraciones de muchos periodistas acerca del carácter sociópata civil de esta acción, se pueda atribuir el 4/15 (ya tenemos una fecha nueva para la historia del terror en Norteamérica) al desequilibrio psíquico de una o varias personas. Muchos factores lo contradicen.
Para empezar, antes de la maratón los servicios de seguridad registraron la zona para buscar posibles artefactos explosivos. No habían aparecido. Lo que quiere decir, casi con toda seguridad, que los trajeron y colocaron durante la celebración del evento.
Dado que como mínimo se trata de dos bombas, y teniendo en cuenta las que luego descubrió la policía - siete, difícilmente puedo hacerlo un solo hombre, que se hacía pasar por un espectador. Solo un grupo de especialistas podía colocar siete bombas en régimen on-line.
Pero gracias a los estudios de los expertos del perfil psicológico del típico sociópata-maníaco sabemos que siempre actúan en solitario. Además, prefieren utilizar las armas de fuego porque su uso (desde el punto de vista de los psicoanalistas freudianos) tiene asociaciones sexuales inconscientes, que apelan a los instintos de la violencia y dominio.
Claro que tenemos a Timothy McVeigh, quien voló el centro comercial en Oklahoma City, pero él no era maníaco, sino terrorista político, por otro lado dirigido desde la sombra por la amable mano de FBI.
Todo esto nos indica que las explosiones fueron perpetradas por los servicios secretos. Tal conclusión salta a la vista y lo dicen prácticamente todos los que no trabajan en la CNN y no sirven en los órganos de seguridad del estado. Otra cosa es saber ¿qué servicios secretos y con qué objetivo?
Para obtener respuesta, en realidad tampoco hay que irse muy lejos. En primer lugar, todos los republicanos sienten un odio zoológico hacia Obama, y en particular lo siente su ala más conservadora, los neocones.
Quien piensa que los neoconservadores representan “el día del ayer”, un pequeño grupo de trotskistas que cambiaron de bando, y que cierta mano de piel oscura tiró al cubo de basura de la Historia, se equivocan y mucho.
En Norteamérica quedan neocones que saben defenderse, existe también el lobby sionista, al que están unidos a más no poder. Y, lo más importante, es que existen fracciones que apoyan a unos y a otros no solamente en el Congreso, sino también en las estructuras operativas de los servicios secretos de los EE.UU.
Quisiera recordar que Obama asestó un golpe muy sensible a la autoestima y el prestigio de la derecha israelí, y, en particular, a su líder Netanyahu. La reelección de Obama constituyó el primer golpe, aunque Netanyahu había pedido por las buenas al sionoamante pueblo estadounidense votar por el candidato mormón. ¡No le hicieron caso!
El segundo y el tercer golpe, asestados por la Casa Blanca, consistieron en que del círculo próximo al presidente fueron sacados los funcionarios proisraelís que quedaban de la legislatura anterior, y que fueron sustituidos por la gente como, por ejemplo, Chuck Hagel, del que se sabe que no siente especial cariño por “Israel” (el autor pone este nombre entre comillas para subrayar que la entidad sionista no tiene nada que ver con el antiguo Israel bíblico - N. del T.).
Además, a diferencia de los republicanos, para los que el Próximo Oriente siempre constituyó el vector clave de la política exterior debido a “Israel”, Obama de repente había declarado que en su segundo mandato el tema prioritario va a ser China.
Al cambiar los acentos en la política exterior estadounidense del Mediterráneo al océano Pacífico, Obama sentó las bases para la lógica y natural marginalización del “estado judío”, que hace poco era el aliado número uno del imperio norteamericano.
¿Pueden los sionistas acometer un acto de descarado cinismo con respecto al estado cuya ayuda es vital para su supervivencia? ¡Claro que sí! No vamos a recordar el buque-espía norteamericano “Liberty” abiertamente destruido por la aviación “israelí” durante la Guerra de los Seis Días.
Recordemos el equipo del Mossad, detenido en las inmediaciones de las Torres-gemelas el 11 de setiembre, donde habían colocado previamente videocámaras y llamaron la atención de los ciudadanos con su baile janucá y muestras de júbilo mientras las torres se hundían envueltas en llamas. (Durante el registro les fueron encontrados explosivos, armas y dinero, metido tras las gomas de los calcetines, pero todavía estaban enfadados, e intentaban explicar a los policías que les detuvieron, que los enemigos no son ellos, los “israelís”, sino los palestinos, contra los que ahora, después de las torres, debían luchar juntos).
El golpe fue asestado a Obama, pero sus consecuencias van mucho más allá de la vengativa desacreditación del afroamericano que trata a “Israel” con frialdad. Por cierto, Obama ya ha comprendido todos los matices de esta acción terrorista que se refieren a su destino político personal. Por eso en su primera alocución se negó a considerar el suceso como acto terrorista, proponiendo esperar los resultados de la investigación.
Casi con total seguridad se puede predecir que la investigación descubrirá la “pista islamista”. (Algunos expertos con pintas de augures iniciados ya se han precipitado a declarar que detrás en ningún caso puede estar Corea del Norte). Muy pronto dirán que detrás está precisamente Jabhat al-Nusra, que el Departamento de Estado de los EE.UU. muy oportunamente colocó en la lista de organizaciones terroristas hace unas semanas. (También al norteamericano que combatió en sus filas lo están juzgando con vistas de aplicarle la pena máxima).
Es la excusa perfecta para dejar de apoyar a la oposición anti-Asad. Tanto en “Israel” como dentro del lobby sionista estadounidense (Daniel Pipes) dicen abiertamente que Asad es el menor de los males, y que por eso hay que empezar a apoyar su régimen, porque ¡caray con lo que lo puede sustituir!
Las conversaciones secretas con Asad están en marcha, pero no se da prisa por aceptar las condiciones, porque a cambio de dejarlo como presidente le piden ni más y ni menos que la provincia de Catai y Kurdistán sirio, así como la renuncia de la amistad con Teherán y algunas otras pequeñeces… Y la situación de Asad no es tan desesperada como para aceptarlo.
Con estas explosiones Obama queda en situación de zungzwang. No puede alargar la solución. China virtuosamente ha provocado a los EE.UU. a través de su satélite - Corea del Norte. Obama debe estar presente ahí, en el océano Pacífico. Después de esas explosiones está obligado a ceder y a distanciarse de la aventura siria. Lógicamente su peso político disminuye y la oposición en el Congreso se refuerza.
Lo cual es especialmente importante a la luz de los recortes del presupuesto de defensa, ideados por la Casa Blanca y que ahora, lo más probable, es que queden bajo duda.
{La Haine}
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April 18th, 2013Futebol
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Nada nuevo bajo el sol
Las sanciones a las hinchadas que generen disturbios, con la imposibilidad de concurrir de local la próxima jornada, y la última novedad del sistema AFA PLUS lejos están de solucionar el problema estructural de la violencia. El Caminante analiza la situación actual de un tema por demás complejo que trasciende la esfera del fútbol y se convierte en un flagelo político y social.
por El Caminante
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Si te portás mal no entrás (o pagando los platos rotos de los violentos)
Parecía ser que la respuesta a la ya urgente demanda de parte de todos los que aman y se apasionan por el fútbol pero no asocian “pasión” con “vandalismo” comenzaría a escucharse. De hecho, desde hace ya un tiempo rige castigo. Es la medida publicada en el Boletín Nº 4746 y aprobada por el Comité Ejecutivo de AFA. Las hinchadas que provoquen disturbios dentro de un estadio serán sancionadas con la imposibilidad de concurrir al próximo partido que disputen de local o visitante, según la condición en la que se efectúen los incidentes. Esto dejó sin apoyo la iniciativa que sugería que no haya público visitante en ninguna cancha, como ya había pasado por largo tiempo en las categorías de ascenso (desde la temporada 2007/2008 hasta la temporada 2011/2012).
Sin embargo no se está atacando la raíz estructural de la violencia dentro del fútbol. Este tipo de medidas apuntan a restringir el acceso para todos, sin ningún tipo de discriminación hacia los verdaderos promotores de los hechos delictivos. Lejos de identificar y aplicar el derecho de admisión hacia los violentos, acción que los clubes deberían realizar en lo inmediato, se corta por lo más sano del fútbol, por los verdaderos hinchas. Todo esto se agrava mucho más cuando es de público conocimiento quienes son los que siempre están implicados. Rosario Central es la primera entidad que fue sancionada con esta disposición. Tras los graves incidentes producidos luego de la victoria del elenco rosarino contra Atlético Tucumán por 4 a 3, cuando visite a Independiente Rivadavia en Mendoza los fanáticos del Canalla lo verán por tevé. Sí, todos. Sin excepción.
¿La solución es esta?
En los últimos días las sonrisas y las declaraciones de satisfacción se pusieron en evidencia en muchos dirigentes de AFA y también de los clubes de primera división de nuestro país. Si esta “solución” para socavar de manera definitiva la violencia, que fin de semana tras fin de semana abre nuevos y tristes capítulos, tuviese verdaderamente esa eficacia que se promueve quizás el resto del mundo futbolístico también compartiría semejante satisfacción. Pero es aquí donde todas las artimañas discursivas y los gestos de un optimismo desbordado se empiezan a contrastar con los hechos y con la realidad misma. Y los hinchas genuinos, que van todos los domingos a alentar al club de sus amores de manera desinteresada, sin negocios ni mafias de por medio, nuevamente, se verán poco beneficiados con lo dispuesto desde arriba como “un cambio revolucionario”.
¿Qué es AFA PLUS?
Esta “revolución” se la atribuyen al nuevo Sistema de Administración para el Ingreso Biométrico a los Estadios del Fútbol Argentino. Este consiste, según se muestra en la página web oficial de AFA, en “herramientas digitales y biométricas (o sea, se reconocen a los individuos por su anatomía o psiquis o incluso su comportamiento) que apuntan a un mayor control en la organización y comercialización de los eventos deportivos por parte de los clubes”. Se aplicará tanto para socios como para no socios. Ya ha habido una suerte de prueba piloto en el estadio de Colón de Santa Fe, durante la segunda fecha del actual torneo cuando el local se enfrentó contra San Martín de San Juan.
Para ingresar al estadio a partir del Torneo Inicial 2014, a fin de cuentas, habrá que tener la credencial y colocar las huellas dactilares del dedo índice sobre un sensor. La obtención del carnet se producirá luego del empadronamiento de los hinchas en las sedes de los clubes. En los últimos días se ha puesto en la sede del club Lanús el primer Centro de Empadronamiento. Cabe recordar que la mayoría de los clubes de primera división deben acondicionar sus estadios para que allí funcionen no solo los Centros de Empadronamiento sino también las nuevas puertas de acceso inmediato a los estadios, con una altura de 2.10 mts. y donde se colocarán las huellas dactilares (para investigar largamente el negocio que esto implica y en el que está inmerso la empresa Telecom). En la fase previa del ingreso habrá un cordón policial y lectoras electrónicas para verificar que cada persona tenga en su tarjeta magnética la entrada paga o el carnet actualizado, que vence cada 5 años.
Uno de los objetivos perseguidos con este proyecto radica en solucionar temas que resultan conflictivos en relación a la comercialización y que hacen que conseguir entradas se traduzcan en una verdadera odisea. Las entradas, una vez inscripta la persona al sistema, se conseguirán mediante los cajeros electrónicos, Internet o los teléfonos celulares. Así se la presenta como una solución a la reventa de entradas o las larguísimas colas en los estadios, que en las previas de partidos importantes suelen ser caóticas y en algunas casos hasta dejan saldos de heridos.
No obstante, este proyecto que en su faceta organizativa se presenta como “remedio” anti-violencia se queda en la mitad del camino entre las buenas e inocentes intenciones y la vista gorda de las dirigencias y su connivencia con las barrabravas, eximiéndolos de vínculo alguno con los violentos. Se quiere combatir la violencia sin combatir a los violentos. De hecho Daniel Angelici, presidente de Boca en los últimos días llego a señalar que “la parte de responsabilidad de los dirigentes es menor con respecto a la violencia del fútbol”. En publicaciones anteriores, Gustavo Grabia, periodista del “Diario Olé” y columnista del programa deportivo “Estudio Fútbol”, hace mención al avance de este proyecto significa para, aunque sea incipientemente, frenar este flagelo. Pero a su vez recalca que “solo servirá si está acompañada de acción política”. No sería descabellado pensar que, si no hay decisión de intervenir realmente sobre el accionar de las barras, estas salteen estos controles e ingresen a los estadios “por la puerta de atrás”.
Esta parcial suposición no es menor si se piensa que hoy día los barrabravas que van “de la mano” con las Comisiones Directivas de los clubes no integran las listas de derecho de admisión para entrar en los estadios (a pesar que pesen sobre ellos causas judiciales). Esto sí sucede con los violentos que están en contra de la dirigencia. Se pone de relieve así que hay una decisión política de no reprender a barrabravas identificados y con antecedentes violentos que sean oficialistas. Cae así el “mito” que indica que los dirigentes no conocen a los barras de sus clubes o que, citando nuevamente a Angelici, “solo se conocen a las caras visibles, las más mediáticas”.
No menos importante resulta ser la decisión estatal de erradicar las barras y concebir al problema de la violencia en el fútbol como tema de interés social y político. Al igual que en el caso de los dirigentes de los clubes, los políticos no muestran iniciativa y, lo que es más, se puede ver como facciones de barrabravas actúan como fuerzas de choque en conflictos del ámbito sindical, sirviendo a las grandes burocracias de los gremios. También son comunes en los espacios estudiantiles o incluso en barrios humildes con su actividad punteril (ya hasta institucionalizada por el propio Estado) desactivando todos los proyectos de organización independiente de los vecinos.
Además no se puede analizar enteramente el fenómeno de la violencia sin preguntarse qué rol ocupa la policía (ya sea en Capital Federal, Gran Buenos Aires o Santa Fe) y, aunando más en la cuestión, que grado de complicidad les toca. Pero esto tampoco se podrá mejorar si no se piensa en una renovación total de la institución policial, repreguntarse cuál es el rol de la policía en nuestra sociedad, a quien beneficia y a quien castiga, que intereses son transversales a toda la institución en su conjunto, como es que deja pasar cosas que no pueden pasar (barras entrando con armas a la cancha fecha tras fecha, apretadas a dirigentes que se oponen a las barras o a jugadores para que les den plata, etc.).
Todo parece indicar que mientras las herramientas para frenar la violencia del fútbol no ataquen la problemática de raíz (que no solo incluye a quienes ejercen la violencia sino también a todos aquellos que la permiten, por acción u omisión) habrá que hacer más seguido notas como esta.
La pelota sí se mancha. Las 15 tristes del mes de marzo.
1. Tiros entre las dos facciones de la barrabrava de Estudiantes de La Plata en la sede del Pincha en disputa por el liderazgo de la tribuna. Un detenido.
2. Cruce a los tiros entre hinchas de Huracán y Deportivo Morón, en San Juan, en la previa a los partidos de estos dos equipos (que ni siquiera jugaban entre sí) por Copa Argentina. Dos hinchas en grave estado.
3. Piedrazos en el clásico tucumano por la Copa Argentina. Hinchas de San Martín se pelaron contra el cuerpo policial, que reprimió con balazos de goma.
4. “Problemas” en la barra brava de Boca; por Copa Libertadores, piñas y cuchillazos en el predio de Casa Amarilla y en otro episodio se prendieron fuego tres autos de hombres de La 12.
5. Ataque en la Avenida Gral. Paz de la barra de Colón hacia hinchas comunes de riverplatenses, que se repitieron en el puente Labruna, lindero al estadio Monumental. Dos heridos de arma blanca.
6. La suspensión del partido entre San Martín de San Juan y Racing, donde caía el local, por “decisión” del público local.
7. La agresión del plateista de Independiente que rompió el vidrio de una cabina de transmisión duarnte el partido con Godoy Cruz, disgustado con un fallo del juez de turno, Néstor Pitana.
8. En una pelea por entradas y cuestiones barriales, un barra de River baleó a otros dos, antes del partido con Vélez, en la estación Scalabrini Ortiz de la línea Belgrano Norte de trenes, justo enfrente del Monumental.
9. Un hincha de Argentinos Juniors, Martín Alfredo Reimunder, de 25 años, perdió un ojo tras la salvaje represión de la Federal en la desconcentración de los hinchas del Bicho después del empate con Boca en La Bombonera (balazo de goma en el ojo).
10. En la Primera D hubo enfrentamientos entre las hinchas de Ituzaingó y de San Martin de Burzaco que dejaron como saldo varios heridos, represión policial con balas de goma incluida, incluidos dos jugadores y el presidente del club del sur del Gran Buenos Aires.
11. Represión policial durante el partido que disputaban Newell’s y Belgrano en Rosario. La policía reprimió a la hinchada visitante y el jugador del Pirata Gastón Turus fue golpeado.
12. En la previa de River y Tigre, dos facciones de la barra del Matador de Victoria se enfrentaron, dejando un muerto como saldo.
13. En el partido en Santa Fe entre Unión y Quilmes, los hinchas locales confrontaron con la policía. La parcialidad cervecera fue sacada a las corridas del estadio del Tatengue.
14. Las facciones de las barras de Gimnasia (LP) se enfrentaron entre sí antes del duelo con Nueva Chicago en su estadio. El saldo: un chico de 12 años muerto por un balazo luego de la contienda. En ese mismo partido los hinchas del Torito protagonizaron incidentes con la Policía.
15. Leo Díaz, arquero de Muñiz, recibió un puntazo en el bíceps por parte de la barra de Alem tras el partido entre ambos por la Primera D.
{Agencia de Noticias Redacción - ANRed}
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April 18th, 2013Esportes
Aldo Rebelo, ministro do Esporte, esteve no “Roda Viva” por estes dias.
Copa do Mundo 2014 e Olimpíada do Rio 2016, inevitavelmente, fizeram parte da conversa. Embora vistos como ”temas batidos”, novidades sobre os mesmos não ficaram de fora no arrodeio.
¡Saquen las conclusiones! (RAG)
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Outro vídeo interessante sobre os megaeventos do esporte nos próximos três anos, em terras brasileiras.
Com opiniões coletadas pelo Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA), o audiovisual tem produção motivada também para divulgar a 9ª edição do projeto ”Jornadas Bolivarianas” (9 a 12 de abril próximos, em Florianópolis/SC).
Divulgado pelo canal (link ali à direita, assim como o do instituto) da jornalista Elaine Tavares, importante para estendermos o debate acerca da Copa 2014 e da Olimpíada 2016. (RAG)
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Ou os índios que se fodam…
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March 11th, 2013Esportes
No blog dissonante, vídeo da Causa Operária TV que trata do tema das UPPs na cidade do Rio de Janeiro.
Como o esporte está presente em comentários similares ao da perda de espaço de quadra esportiva para pessoas de fora da “comunidade”, segue o aviso para quem tiver interesse no assunto. (RAG)
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