Lado D dos Esportes no estilo "a vida é um jogo"
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    March 29th, 2013Lado D dos EsportesFutebol

    Em mais um dos memoráveis - memorável tanto por preservar a memória de personagens e datas da história quanto pela especialidade da produção -, o “De Lá pra Cá”, da TV Brasil, sob apresentação de Vera Barroso e Ancelmo Góis, trouxe Domingos da Guia.

    O craque originário do Bangu, mas com passagens por Flamengo, Vasco, Corinthians, é verbete indispensável para o futebol brasileiro e sul-americano pela condição de também haver jogado, e campeão nacional, pelo Nacional (Uruguai) e Boca Juniors (Argentina).

    A sonoridade do nome pode confundir o desatento espectador e fazer pensar que Domingos tenha sido Ademir, aquele do Palmeiras. A confusão faz sentido, pois o “da Guia” zagueiro dos anos 30 e 40 é o pai do “cabelo de fogo” que ostentou a 10 do time paulistano entre as décadas de 60 e 70.

    Contribuem para complicar o torcedor menos informado as alcunhas que ambos conquistaram no futebol: “Divino Mestre”, para o Seu Domingos, e “Divino”, para o meio-campista alviverde. O primeiro, ganhou o apelido na passagem pelo Uruguai, e o filho, na academia da Rua Turiassu.

    O zagueirão ainda participou com a Amarelinha, que era Branquinha, entre alguns torneios, da Copa da França de 1938.

    Os dois jornalistas, Ancelmo e Vera, falaram mais e com várias testemunhas, reforçaram o papel do bairro Bangu para este esporte no país, claro, ao trazerem duas das guias da bola! (RAG)

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    January 11th, 2013Lado D dos EsportesFutebol

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    Série Publi$$idade$
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    January 6th, 2013Lado D dos EsportesFutebol

    . Ficha Técnica .

    Brasil 3 x 0 Uruguai

    Data: 07/09/65
    Local: Estádio Magalhães Pinto, em Belo Horizonte (MG)
    Público: aproximadamente 80.000 pagantes
    Renda: Cr$ 49.163.125,00
    Gols: Rinaldo, aos 27, e Tupãzinho, aos 35 minutos do primeiro tempo. Germano, aos 29 da etapa final.

    Brasil: Valdir de Moraes (Picasso); Djalma Santos, Djalma Dias e Ferrari; Dudu (Zequinha) e Valdemar (Procópio); Julinho (Germano), Servílio, Tupãzinho (Ademar Pantera), Ademir da Guia e Rinaldo (Dario).

    Uruguai: Taibo (Fogni); Cincunegui (Brito), Manciera e Caetano; Nuñes (Lorda) e Varela; Franco, Silva (Vingile), Salva, Dorksas e Espárrago (Morales).

    Árbitro: Eunápio de Queiroz.

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    November 4th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

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    O galego comenta sobre a Copa ’90, especificamente, a partida contra o Brasil.

    “Quem não faz, leva”… (RAG)

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    September 18th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    * Imagem: Reprodução/www

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    A torcida emergente

    “Os excluídos estão sendo marginalizados nos campos de futebol cada vez mais pasteurizados e tecnológicos”, constata Juca Kfouri, jornalista, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 09-09-2012.

    Segundo ele, “como há tempos são caros os ingressos para ver o time da CBF”, “o torcedor conhecido como arquibaldo e/ou geraldino” foi substituído pelo “o torcedor-consumidor, ou o consumidor-torcedor, gente que tende a votar nos nada excelsos russomanos que invadem nossas praias, disfarçados de protetores, como o antigo caçador de marajás, dos que ascendem com dinheiro no bolso e pouco na cabeça, vítimas do sistema educacional brasileiro. São aqueles tipos que hoje viajam de avião de bermuda e camiseta regata, se encostando sem pudor para espanto das zelites”.

    Eis o artigo.

    Torcedor vaiar a seleção é tão antigo como ela mesmo. A ponto de Nelson Rodrigues ter escrito, quando o time que ganhou o tricampeonato partiu, sob apupos, para o México, que a seleção deixava seu exílio. Sempre foi assim, com maior ou menor força.

    A novidade, também nem tão nova assim, reapareceu no Morumbi, na figura de torcedores, e de muitas torcedoras que, além de vaiar o mau futebol do time de Mano Menezes, gargalhavam a cada surto, como se estivesse, além de protestando, desopilando o fígado. Uma farra, mas de muitos que nem sabem ao certo quem é aquele Rômulo.

    Gente que pagou caro, como há tempos são caros os ingressos para ver o time da CBF, e que está longe de ser aquele torcedor conhecido como arquibaldo e/ou geraldino.

    Coisa que também se vê não é de hoje no Pacaembu, nos jogos do Corinthians, só que, aí, mais misturada com, digamos assim, o velho torcedor, espécie em extinção no processo de elitização - e que a Copa no Brasil deverá aprofundar.

    Os excluídos que, repita-se, tampouco deixavam de vaiar, estão sendo igualmente marginalizados nos campos de futebol cada vez mais pasteurizados e tecnológicos.

    É o torcedor-consumidor, ou o consumidor-torcedor, gente que tende a votar nos nada excelsos russomanos que invadem nossas praias, disfarçados de protetores, como o antigo caçador de marajás, dos que ascendem com dinheiro no bolso e pouco na cabeça, vítimas do sistema educacional brasileiro.

    São aqueles tipos que hoje viajam de avião de bermuda e camiseta regata, se encostando sem pudor para espanto das zelites.

    Ou que acompanham a seleção nas Copas mundo afora, cantando que são brasileiros, com muito orgulho e muito amor, estímulo mais brochante que excitante, contraponto edulcorado para os bandos de loucos, do dá-lhe, dá-lhe, ou da casaca e da fuzarca, que gostam ainda de ver futebol em pé.

    Nada que sirva para minimizar o futebol abaixo da crítica do último 7 de setembro - que tem no garoto-propaganda Neymar seu maior símbolo, popstar, longe, no entanto, de ser seu maior responsável.

    Desta vez não foram vistas bandeiras verde-amarelas jogadas no gramado, embora coros se despedissem de Mano Menezes, como, às vésperas da Copa do tetracampeonato, o Maracanã clamou para Raí pedir para sair, crueldade tão injusta como as vaias para Paulo César Caju em 1970, de novo no Morumbi, ou a perseguição com Zico em São Paulo, só porque era do Rio.

    Então, os emergentes ainda não tinham nascido e o bairrismo era mais visceral.

    Hoje, despolitizada e inconsequente, esta massa será mais facilmente seduzida se Hulk e companhia começarem a golear.

    Como é que são elas. Mano parece saber, mas só nas entrevistas.

    {Instituto Humanitas Unisinos - IHU}

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    August 15th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    … jogadores suecos e brasileiros!!!

    Sobrou para o Rasunda, Especulação Imobiliária 10 x 0 História. Em poucas semanas, só no “vt”.

    O vídeo chegou pelo “Repórter Vivo”. (RAG)

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    August 1st, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    Os boleiros da Seleção da Tchecoslováquia na Copa de 1962 passaram pelo Brasil, dia desses.

    “Profissionalismo”, diz um dos bordões futebolísticos recentes, pode ser algo como “eu tenho que sentar, ver o que é melhor pra mim e pra minha família!”. Ou ”um salário mais alto que o dos jogadores que já estão no elenco pode gerar ciúme no grupo!”, para citar os jogadores. Quanto aos clubes, o equivalente a “o ‘custo-benefício’ desse jogador não foi rentável para o orçamento do ano que vem”.

    Mercado de gente à parte, há quem prefira o ponto de vista dos vovôs do Leste Europeu, no vídeo do Portal Brasil. (RAG)   ;)

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    July 13th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    No “copagov” estão rolando alguns vídeos sobre o cinquentenário do bi brasileiro no Chile/1962.

    Aqui já foi publicado um discurso do Ministro dos Esportes, e acima, as congratulações entre os finalistas Tchecoslováquia e Brasil, na versão “jornalística”. (RAG)

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    July 2nd, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    Semana passada, o canal “copagov” divulgou vídeo do Ministério do Esporte sobre a solenidade ligada aos 50 anos da conquista da Seleção Brasileira, na Copa do Chile/1962.

    Uma fala do ministro Aldo Rebelo aos campeões e vice-campeões! (RAG)

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    June 16th, 2012Lado D dos EsportesFutebol

    O Filho do Divino

    (por Moacyr Franco)

    Obrigado Domingos
    Pois que deste ao mundo
    Um filho Divino
    Dez de ouro de lei
    Do quilate mais fino
    E assim quis o destino
    Que as passadas do pai
    O filho fosse o seguidor
    Na passada sublime
    Seus cabelos de fogo
    São fios de vime
    Ele é filho do mestre
    Do monstro de um time
    Que o mundo define
    Como um criador
    Dos verdes campos mundiais
    Entre urros e gritos
    Humilde rei
    E seu nome entre os mitos
    Eu cantarei
    Força nos pulmões
    Vibrem corações
    Torçam com os passes
    Deste Mágico Divino
    Igual ao pai
    Porque hoje é domingo
    Ele faz o que fez
    Em mil outros domingos
    Ele pisa na grama
    E ela fica sorrindo
    E um gol explodindo
    Obrigado Domingos
    Por nos dar um novo Guia.

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